Learn English With Carter Faith with these 23 Song Recommendations (Full Translations Included!)

Carter Faith
LF Content Team | Updated on 2 February 2023
Learning English with Carter Faith's music is fun, engaging, and includes a cultural aspect that is often missing from other language learning methods. It is also great way to supplement your learning and stay motivated to keep learning English!
Below are 23 song recommendations by Carter Faith to get you started! Alongside each recommendation, you will find a snippet of the lyric translations with links to the full lyric translations and lessons for each of the songs!
CONTENTS SUMMARY
Cherry Valley
Let's go back to Cherry Valley where the wild things grow
Lay your blanket down in the grass, play Spanish guitar straight to my soul
It's right there at the foot of the mountain
Forever changed once you drink from the fountain
Hai înapoi în Cherry Valley, unde cresc lucrurile sălbatice
Întinde-ți pătura pe iarbă, cântă la chitară spaniolă direct în sufletul meu
E chiar acolo la poalele muntelui
Odată ce bei din fântână, te schimbi pe veci

Cherry Valley este un refugiu imaginar, un colț de paradis unde „lucrurile sălbatice” cresc liber, se aude o chitară spaniolă care atinge sufletul și răsăritul se reflectă într-un lac cristalin. Carter Faith îl descrie ca pe un loc aflat la poalele muntelui, cu o „fântână” magică din care, dacă bei, viața ți se schimbă pentru totdeauna.

În piesă, artista privește înapoi cu dor și recunoaște că acolo a fost „ultima dată când a fost fericită”. Își promite că, dacă ar putea retrăi totul, nu ar mai părăsi niciodată acel „Heaven”, ar trăi și ar muri alături de persoana iubită și nu ar da drumul niciodată sentimentului de dragoste absolută. Melodia devine astfel un imn al nostalgiei, al dorinței de a păstra vie o amintire perfectă și al fanteziei de a evada într-un loc unde iubirea rămâne mereu „prea frumoasă ca să fie adevărată”.

Changed (Schimbat)
Before you walk away
Let me run my fingers through your hair one more time
Before we're yesterday
Let me take a picture of you in my mind
Înainte să pleci
Lasă-mă să-mi trec degetele prin părul tău încă o dată
Înainte să devenim ziua de ieri
Lasă-mă să-ți fac o poză în mintea mea

„Changed” este o baladă country-pop în care artista americană Carter Faith își ia rămas-bun cu blândețe de la o iubire care nu a „greșit”, dar nici nu a reușit să dureze. Versurile urmăresc ultimul moment petrecut împreună: o mângâiere prin păr, o fotografie mentală, o noapte finală în care cei doi prefac că totul e încă bine. Melodia vorbește despre acceptare și despre felul în care dragostea, chiar și atunci când doare, îți reorganizează inima. Repetiția refrenului – „Your love made me better… I’m forever changed” – subliniază ideea că experiența a fost valoroasă chiar dacă destinația nu a fost „pentru totdeauna”.

Mesajul piesei este optimist: adevărul nu poate fi „dez-simțit”, iar amintirile frumoase pot fi păstrate fără resentiment. Carter Faith îi urează fostului partener cer senin, iar ascultătorului îi amintește că iubirile trecătoare pot lăsa urme pozitive, transformându-ne în versiuni mai bune ale noastre. Pune piesa pe repeat și lasă-te „schimbat” de sinceritatea ei caldă!

Cherry Valley
Let's go back to Cherry Valley where the wild things grow
Lay your blanket down in the grass, play Spanish guitar straight to my soul
It's right there at the foot of the mountain
Forever changed once you drink from the fountain
Vamos voltar pra Cherry Valley onde as coisas selvagens crescem
Estende sua manta na grama e toca violão espanhol direto na minha alma
Fica bem ali aos pés da montanha
Você muda pra sempre depois de beber da fonte

Imagine um refúgio secreto, escondido ao pé de uma montanha, onde o nascer do sol reflete num lago cristalino e um violão espanhol embala momentos de amor absoluto. É para esse cenário onírico que Carter Faith nos leva em “Cherry Valley”. A cidade do título não é apenas um ponto no mapa; é um pequeno paraíso onde tudo floresce, um lugar tão perfeito que a cantora o chama de “Heaven”. Ao revisitar essa lembrança, ela revela o desejo ardente de voltar àquela sensação de plenitude, quando “o amor voltava” e a felicidade parecia eterna.

Na canção, Faith mistura nostalgia e esperança: ela recorda o passado com doçura, mas também promete guiar o ouvinte até esse Éden particular — “Darling, come with me, I’ll show you what you wanna see”. “Cherry Valley” fala sobre aquele momento mágico que todos queremos reviver, quando o tempo pareceu parar e o coração bateu mais forte. Entre imagens de cobertores sobre a grama, fontes que mudam vidas e juras de nunca deixar ir, a música celebra o anseio universal de manter para sempre o que nos faz sentir vivos. Afinal, quem não gostaria de “viver e morrer” num lugar onde a felicidade é garantida e o amor nunca acaba?

Still A Lover (Ainda Sou Um Amante)
Tried to run away
I tried to run him off
I loved him in the dark
'Til the lights came on
Tentei fugir
Tentei mandar ele embora
Amei ele no escuro
Até as luzes acenderem

“Still A Lover” é um delicioso plot twist romântico em forma de música. Carter Faith narra a história de uma garota que sempre fugiu de compromissos: ela deixava o cara na porta, acendia as luzes quando o clima ficava sério e desaparecia antes que o vínculo criasse raízes. Tudo muda quando aparece alguém que não se assusta com suas tentativas de fuga. De repente, as “mesas viram” e ela percebe que, por mais que bancasse a independente, seu coração ainda sabe amar.

Com letra espirituosa e um toque de autocrítica, a cantora admite que a antiga valentia virou “quase patética” diante do medo de perder esse novo amor. No fim, a canção celebra a descoberta de que, por baixo da armadura, existe uma romântica incorrigível. É um convite para rir das próprias contradições e lembrar que, mesmo quem jura não precisar de ninguém, pode se surpreender quando encontra a pessoa certa.

Changed (Mudado)
Before you walk away
Let me run my fingers through your hair one more time
Before we're yesterday
Let me take a picture of you in my mind
Antes de você ir embora
Deixa eu passar meus dedos no seu cabelo mais uma vez
Antes de virarmos ontem
Deixa eu tirar uma foto sua na minha mente

Changed da cantora norte-americana Carter Faith é um retrato delicado de um adeus que vem carregado de ternura. A narradora quer guardar as últimas memórias: passar a mão nos cabelos do amor, tirar uma foto mental, fingir por um instante que tudo ainda está bem. Ela admite que o casal não errou nem acertou totalmente; simplesmente não funcionou. Mesmo assim, cada momento compartilhou luz e dor suficientes para reorganizar seu coração.

A mensagem principal é de gratidão. O namoro acabou, mas nada foi em vão: o toque que alcançou a alma já não pode ser esquecido e a transformou para sempre. Carter Faith convida o ouvinte a lembrar o céu em vez da chuva, a sorrir ao revisitar o passado e a enxergar o fim não como fracasso, e sim como mudança. "Changed" é um lembrete de que certas pessoas não ficam para sempre, mas deixam em nós um eco bonito que continua nos tornando melhores.

Six String (Seis Cordas)
You drove me straight to Vegas
You told me, 'Babe, let's take this all the way'
A hundred miles, we were saying 'Come what may'
You put my name in love songs
Você me levou direto pra Vegas
Você disse: 'Amor, vamos até o fim'
A cem milhas, a gente dizia 'Venha o que vier'
Você botou meu nome em canções de amor

Preparado para uma montanha-russa de emoções? Em “Six String”, a cantora norte-americana Carter Faith transforma um romance turbulento em um roteiro digno de cinema: começa com uma fuga espontânea para Las Vegas, regada a juras de amor e letras de música com o nome da amada, mas logo tudo se desfaz quando o parceiro revela seu lado manipulador. Ela se sente "tocada" como um violão, girada como um vinil e estilhaçada como uma promessa não cumprida, enquanto tenta entender por que ele se espanta com o caos que ele mesmo criou.

A música faz um paralelo entre instrumentos musicais e sentimentos: cada acorde representa um momento de ilusão, cada nota é um sinal de alerta ignorado. O resultado é um lamento poderoso, mas também libertador, que expõe a culpa invertida em relações tóxicas — quando quem machuca ainda cobra equilíbrio da vítima. Carter Faith usa imagens fortes (garrafas de uísque, chaves entregues, sirenes de polícia) para ilustrar o ciclo de paixão, abandono e desespero, convidando o ouvinte a reconhecer seus próprios limites antes de ser “tocada” até a última corda.

If I Had Never Lost My Mind... (Se Eu Nunca Tivesse Perdido a Cabeça...)
If I had never lost my mind
We'd make it past midnight without crying
I could handle two glasses of wine, and
We could live on the porch swing
Se eu nunca tivesse pirado
A gente passaria da meia-noite sem chorar
Eu aguentaria duas taças de vinho, e
Poderíamos morar no balanço da varanda

Nesta faixa, a norte-americana Carter Faith abre o coração e convida o ouvinte a entrar em um universo de "e se...". If I Had Never Lost My Mind... é quase um diário cantado em que a narradora imagina um amor de conto de fadas — vinho na varanda, cavalo branco, futuro garantido — que só não aconteceu porque ela sente que perdeu o controle da própria mente. Entre confissões divertidas (fugir de camisola pela estrada) e metáforas de filme romântico, a artista mistura vulnerabilidade e bom humor para falar de saúde mental sem tabu.

A canção é um retrato de auto-questionamento: "Se eu fosse menos instável, você teria ficado". Carter brinca com a dualidade de se sentir "estranha demais" e, ao mesmo tempo, desejar a estabilidade que parece faltar. O resultado é um hino de sinceridade que faz a gente refletir sobre como altos e baixos emocionais podem afetar relacionamentos, mas também lembra que todo mundo, em algum momento, já se perguntou como a vida seria se pudéssemos apertar o botão de reset na cabeça.

So I Sing (Então Eu Canto)
I get nervous when they yell and slam the door
So sister's gonna sleep in my bedroom
She's bein' strong for me and says that sometimes
Drownin' it out is all you can do
Eu fico nervosa quando eles gritam e batem a porta
Então minha irmã vai dormir no meu quarto
Ela tá sendo forte por mim e diz que às vezes
A única saída é afogar o barulho

So I Sing é um retrato doce e corajoso de como a música pode ser o melhor esconderijo quando a vida faz barulho demais. Carter Faith revive lembranças de portas batendo e vozes alteradas em casa, mas também de pequenos refúgios: a irmã que dorme no mesmo quarto, o primeiro disco de Eric Church, a mãe cantando Amazing Grace no banco de trás do carro do pai. Cada referência mostra que, mesmo em meio ao caos, sempre existe uma melodia capaz de abafar o medo e reacender a esperança.

Ao longo da canção, a narradora carrega culpas que ainda “apertam o volante”, mas encontra força ao perceber que grandes vozes do country, como Tammy Wynette, já sentiram o mesmo. Quando ela solta o verso “I don’t know where I belong, but I don’t care”, fica claro que cantar é seu ato de liberdade: pouco importa quem está ouvindo, desde que ela e o violão estejam juntos. As “aves do jardim da vovó” pousam simbolicamente no bar onde ela se apresenta, transformando lembranças de infância em coragem adulta. No fim, o eco de Amazing Grace sela a mensagem: enquanto houver canções para entoar, sempre haverá salvação para quem precisa de um abraço em forma de voz.

Burn My Memory (Queima Minha Memória)
He took my things and took my lighter
And built himself a big old fire
And watched our love go up in smoke
I hear he's out on the road
Ele pegou minhas coisas e meu isqueiro
E fez pra si uma baita fogueira
E viu nosso amor virar fumaça
Ouvi dizer que ele tá na estrada

Burn My Memory transforma uma história de término em um duelo cheio de fogo e atitude. Na canção, Carter Faith pinta a cena de um ex que tenta apagar todos os rastros do relacionamento: ele queima botas, jeans, violão, ingressos e até cartas de amor. Cada objeto virando cinza serve para mostrar o quanto ele está disposto a reescrever o passado, como se o romance dos dois fosse algo facilmente reduzido a pó.

Mas a cantora devolve o golpe com ironia e confiança. Ela admite que ele pode incendiar quase tudo, porém não existe gasolina suficiente para queimar as lembranças que ficaram. A melodia celebra essa resistência: a memória, viva e ardente, vai assombrar o rapaz como um fantasma em noites silenciosas. O recado é claro – objetos se perdem, reputações se chamuscam, bares podem fechar. Ainda assim, o que foi vivido permanece intocado, provando que algumas chamas, em vez de destruir, iluminam quem sobreviveu ao incêndio.

Sex, Drugs, & Country Music (Sexo, drogas y música country)
I kiss and told 'til the word got out
That I could tie a cherry stem with my mouth
All the guitar boys started comin' around
And I had to know what they were singin' about
Besé y conté hasta que se corrió la voz
De que podía hacer un nudo a un rabito de cereza con la boca
Todos los chicos con guitarra empezaron a rondarme
Y tenía que saber de qué cantaban

¿Listo para un viaje salvaje por los placeres y los excesos del sur de Estados Unidos? Sex, Drugs, & Country Music presenta a una narradora que descubre su “trinidad” personal —sexo, drogas y música country— como antídoto inmediato contra el desamor y el aburrimiento. Desde presumir que puede hacer nudos con un tallo de cereza hasta dejarse envolver por la guitarra pedal steel que «prueba que Dios existe», Carter Faith pinta un retrato descarado y divertido de cómo escapar de las penas: pastillas, marihuana, sábanas de satén verde y las canciones de Waylon Jennings.

Bajo la superficie fiestera, la canción revela la búsqueda de alivio cuando el amor duele. La protagonista reconoce que entregarse a esos tres refugios quizás no sea la solución perfecta, pero sí el único combo que la mantiene en pie mientras el corazón se recompone. Con humor y honestidad, Faith convierte la rebeldía en un himno que celebra la capacidad de la música country para sanar, incluso cuando se mezcla con un cóctel de tentaciones.

Sails (Velas)
Life is hard, but it can be funny
Stars still shine if they ain't lucky
A bee's still a bee if it ain't makin' honey
The sun's still the sun even when it ain't sunny
A vida é dura, mas pode ser divertida
As estrelas ainda brilham mesmo sem sorte
Abelha continua abelha mesmo sem fazer mel
O sol ainda é o sol mesmo quando não tá ensolarado

**“Sails” de Carter Faith é um lembrete esperto e bem-humorado de que a vida nem sempre colabora, mas ainda assim vale a pena continuar remando. Entre abelhas sem mel, jardins cheios de ervas daninhas e preces que não viram aleluia, a cantora usa metáforas divertidas para mostrar que frustrações são parte do pacote. O recado é claro: o coração vai quebrar, a cidade vai comentar, o céu pode até desabar, porém nada disso define quem você é.

No refrão, Carter lança a máxima que guia toda a canção: “Você não controla o vento, mas pode ajustar as velas.” Se a montanha não se move, pegue pá e balde. Se a ponte quebrou, martelo e pregos na mão. A mensagem, embalada por um country pop leve, convida o ouvinte a trocar o desespero pela criatividade, a tristeza pela ação e a inércia pela adaptação. No fim, “Sails” é um hino otimista que transforma cada tropeço em combustível para a próxima viagem.

Misery Loves Company (A Desgraça Adora Companhia)
You've been staring out the window three days now
But you won't even try to go outside
I feel like a weirdo walking around this house
Birds are circling, something must have died
Você anda encarando a janela há três dias
Mas nem tenta sair
Eu me sinto esquisita andando por essa casa
Os pássaros estão rodando, algo deve ter morrido

Misery Loves Company é um retrato irônico de um romance que já perdeu a cor. A narradora observa o parceiro afundado em tristeza, preso à janela há dias, enquanto ela própria vira “o esquisito” que ainda circula pela casa. Cada verso mostra a frustração de tentar salvar um relacionamento onde um se agarra ao outro apenas para não afundar sozinho: ele diz precisar mas não querer, critica a “falta de contentamento” dela e usa conversas sobre o tempo para evitar o verdadeiro temporal que cai entre os dois.

Por trás do tom sarcástico, Carter Faith revela um ciclo de codependência emocional: eles trocam acusações, ensaiam partidas e, mesmo assim, permanecem juntos porque dor adora companhia. A cantora brinca com expressões como “pot calling the kettle black” para mostrar a hipocrisia dos dois e confessa que, no fundo, talvez sejam iguais: ela odeia ficar, mas fica. Assim, a música transforma um namoro tóxico em uma história cativante sobre como o conforto na infelicidade pode ser mais forte do que o desejo de liberdade.

Bar Star (Estrela do Bar)
Some girls like a nine to five man
Short hair and a long term plan
Most like the kind that stay home at night
Never have to worry 'bout startin' no fights
Algumas garotas curtem um cara das nove às cinco
Cabelo curto e plano de longo prazo
A maioria prefere o tipo que fica em casa à noite
Nunca precisa se preocupar em arrumar briga

Bar Star gira em torno de um amor que foge de todos os padrões. Enquanto muita gente procura um parceiro “certinho”, com emprego das nove às cinco e hábitos tranquilos, a narradora de Carter Faith se apaixona justamente pelo oposto: um frequentador assíduo do bar, a alma da festa, o “astro do balcão”. Entre luzes de néon, doses intermináveis e música honky-tonk, ela descreve esse namorado bebedor como uma verdadeira obra de arte viva, alguém que exagera no álcool, mas também transborda carisma e a trata com gentileza.

A canção brinca com o contraste entre os defeitos evidentes do rapaz — seu fígado que pede socorro e a fama de “happy-hour hero” — e as qualidades que fazem dela sua maior fã. Em vez de julgá-lo, a protagonista celebra o jeito despreocupado e autêntico do amado, provando que o coração não segue regras nem roteiros convencionais. “Bar Star” é, assim, um hino divertido e cheio de humor sobre aceitar o outro exatamente como ele é e encontrar beleza até nas madrugadas regadas a cerveja. 🍻🎶

Misery Loves Company (Suferința Iubește Compania)
You've been staring out the window three days now
But you won't even try to go outside
I feel like a weirdo walking around this house
Birds are circling, something must have died
De trei zile stai pironit la fereastră
Dar nici măcar nu încerci să ieși
Mă simt un ciudat plimbându-mă prin casa asta
Păsările dau târcoale, parcă a murit ceva

🎵 „Misery Loves Company” ne poartă în mijlocul unei relații care a devenit o cameră fără ferestre: partenerul stă lipit de tristețea lui, iar naratoarea se simte ca un "ciudat" care se plimbă printre fantome. Casa e plină de resentimente, de reproșuri mascate și de acea liniște apăsătoare în care tot ce rămâne de spus este… vremea de afară. Ea cere puțină căldură, el răspunde că problema e la ea. Rezultatul: un dans al vinovăției unde fiecare joacă rolul de martir și nimeni nu câștigă.

În refren, versul‐cheie „the only reason that you love me is ’cause misery loves company” dezvăluie nodul central: iubirea lor nu e lumină, ci dependență de suferință. Ea plănuiește să plece, dar tremură pe trăgaciul despărțirii, temându‐se că îi va face și mai mult rău. Imaginea „moth to a flame” arată cât de irezistibil e acest magnetism toxic: rănile lor se atrag, iar ploaia lunii aprilie pare inevitabilă. Piesa devine astfel un avertisment cântat, dar și un moment de auto-conștientizare: a rămâne din compasiune nu vindecă pe nimeni, iar uneori singurul remediu pentru suferința împărtășită este curajul de a ieși afară, la soare.

Drink Up, Baby (Bea Tot, Iubito)
Just admit it, can't quit it
You hate me, but you want me so bad
Honey, no shame in it
You keep on lying and denying
Recunoaște, nu poți renunța
Mă urăști, dar mă dorești la nebunie
Iubire, n-ai de ce să te rușinezi
Tot minți și negi

„Drink Up, Baby” este un imn country-pop plin de sarcasm dulce, în care Carter Faith își privește fostul iubit cu un zâmbet sigur pe sine. Ea știe că, oricât de tare ar încerca el să o uite, fiecare vineri seara, fiecare halbă și fiecare flirt trecător îl vor conduce înapoi la amintirea ei. Refrenul devine un toast ironic: „bea cât vrei, tot la mine te întorci”.

Prin versurile istețe și atitudinea jucăușă, artista transformă durerea despărțirii într-o lecție de putere personală. Piesa surprinde acel joc familiar de atracție și negare - el fuge în bar, ea rămâne „pe fundul paharului”, mereu prezentă în gândurile lui. Rezultatul este o melodie catchy despre obișnuință, tentație și impactul pe care îl poți avea asupra cuiva chiar și atunci când nu mai ești prin preajmă. Pregătește-te să ciocnești virtual un pahar și să explorezi vocabularul iubirii încăpățânate în limba română!

Drink Up, Baby (Bebe Tudo, Amor)
Just admit it, can't quit it
You hate me, but you want me so bad
Honey, no shame in it
You keep on lying and denying
Só admite, não consegue largar
Cê me odeia, mas me quer demais
Amor, sem vergonha nisso
Você continua mentindo e negando

"Drink Up, Baby" é um country-pop atrevido onde Carter Faith vira o jogo e assume o papel de um amor impossível de esquecer. A narradora fala diretamente a um ex que tenta fingir indiferença, mas sempre acaba procurando conforto no álcool e, inevitavelmente, nas lembranças dela. A cada gole, ele se aproxima mais de quem jura ter superado. A música mistura ironia e autoconfiança com um refrão pegajoso, criando a imagem de uma mulher que sabe o poder que ainda exerce no coração do outro.

Em poucas palavras, a canção é um brinde àqueles relacionamentos que ninguém admite, mas todo mundo sente. Enquanto ele sai com os amigos, beija outras garotas e acumula contas no bar, ela continua “sentada, bonita” na memória dele, certa de que cada cerveja o fará voltar. O resultado é um hino divertido sobre a teimosia do desejo, perfeito para quem já percebeu que algumas histórias de amor resistem até ao último gole.

Sex, Drugs, & Country Music (Sex, Droguri Și Muzică Country)
I kiss and told 'til the word got out
That I could tie a cherry stem with my mouth
All the guitar boys started comin' around
And I had to know what they were singin' about
Am pupat și-am trăncănit până s-a dus vorba
Că pot să înnod o codiță de cireașă doar cu gura
Toți băieții cu chitara au început să apară
Și trebuia să știu despre ce cântau

„Sex, Drugs, & Country Music” este o confesiune fără filtru în care artista americană Carter Faith își dezvăluie „trinitatea” personală – cele trei lucruri care o ajută să fugă de inimile frânte și de „bad juju”: sexul, drogurile și, desigur, muzica country. Versurile o urmăresc pe naratoare de la primele ei experimente inocente – cum ar fi legenda că poate lega o cireașă cu limba – până la descoperirea unui univers plin de tentații: Mary Jane, Adderall, chitare electrice, pedal steel, Waylon Jennings și nopți pe cearceafuri verzi de satin. Fiecare detaliu construiește un refugiu senzorial unde două pastile, un pat comod și o piesă bună sunt suficiente pentru a domoli dorul și a face dragostea „mai puțin stupidă”.

Prin acest cântec, Carter Faith nu glorifică neapărat viciile, ci scoate la lumină modul în care ele pot deveni mecanisme de supraviețuire atunci când inima sângerează. Country-ul este liantul care dă sens haosului: în momentul în care naratoarea a auzit pedal steel-ul, „a știut că Dumnezeu există”. Melodia devine astfel un imn rebel pentru oricine își caută alinarea în plăceri intense și în riff-urile unei chitare, o invitație la a recunoaște că, uneori, singura terapie rapidă rămâne un cocktail de sex, droguri și country music.

Sex, Drugs, & Country Music (Sexo, Drogas e Música Country)
I kiss and told 'til the word got out
That I could tie a cherry stem with my mouth
All the guitar boys started comin' around
And I had to know what they were singin' about
Beijei e contei até o boato vazar
Que eu consigo amarrar um talo de cereja com a boca
Todos os garotos da guitarra começaram a aparecer
E eu precisava saber sobre o que eles cantavam

Sex, Drugs, & Country Music apresenta Carter Faith como uma narradora que se equilibra entre a rebeldia e a vulnerabilidade. Nas primeiras lembranças ela revela seu lado provocador (o famoso truque da haste de cereja) e, a partir daí, o universo de guitarras, rapazes e curiosidade a puxa para um trio de prazeres proibidos. Entre beijos contados, encontros com “os pássaros e as abelhas” e referências a lendas do country como os Highwaymen e Waylon Jennings, a cantora descreve como descobriu seu próprio “pai, filho e espírito santo” particular: sexo, drogas e música country.

A letra mostra que, quando o amor parece “estúpido” e o coração dói, Carter encontra alívio em três coisas — dois comprimidos, lençóis de cetim verde e o som reconfortante do pedal steel. As imagens de festas, banheiros de bar e o ritual de ouvir um bom country explicam como esses escapes viram rotina e (quase) religião. Entre versos que misturam humor e confissão, ela admite que só assim mantém “o mau juju” afastado e continua em pé. O resultado é um hino moderno que celebra a força catártica da música enquanto faz um retrato sincero de quem busca anestesiar as próprias feridas do jeito que consegue.

Sex, Drugs, & Country Music (Sexe, Drogues, Et Musique Country)
I kiss and told 'til the word got out
That I could tie a cherry stem with my mouth
All the guitar boys started comin' around
And I had to know what they were singin' about
J'ai embrassé et raconté jusqu'à ce que la nouvelle se répande
Que je pouvais nouer une queue de cerise avec ma bouche
Tous les garçons guitaristes ont commencé à venir
Et je devais savoir de quoi ils chantaient

Vous avez le cœur brisé ? Carter Faith a une solution, bien que peu conventionnelle ! Dans "Sex, Drugs, & Country Music", l'artiste nous raconte comment elle a trouvé son remède miracle pour oublier une déception amoureuse. Oubliez le chocolat et les comédies romantiques, sa thérapie personnelle repose sur une sainte trinité bien plus audacieuse : le sexe, la drogue et la musique country.

Pour elle, l'amour est "stupide" et la seule chose qui guérit vraiment son âme est ce cocktail détonant. Au son des guitares de ses idoles comme Waylon Jennings, elle mélange les plaisirs pour apaiser sa peine. C'est une ode rebelle à la façon dont la musique et les expériences intenses peuvent devenir un refuge surprenant quand on cherche à surmonter la douleur.

Betty
Betty, with her sun-kissed hair
Even I can't stare long enough at
Betty, I wish I looked like her
Wish I could cook like her
Betty, cu părul ei sărutat de soare
Chiar și eu nu pot s-o privesc destul
Betty, aș vrea să arăt ca ea
Aș vrea să gătesc ca ea

**„Betty” este un country-pop cu gust dulce-amar, în care Carter Faith se pune în pielea unei naratoare pline de autoironie. Ea o privește pe Betty – fata cu părul scăldat de soare, frumusețe naturală și abilități de gospodină – și își imaginează că fostul ei iubit petrece exact acum clipe fierbinți cu ea pe bancheta unui Chevy, la digul orașului. Refrenul se rotește în jurul expresiei „I bet…”, transformând nesiguranța eroinei într-un pariu imaginar: dacă ar fi jucător profesionist, „ar miza tot” pe faptul că el îi șoptește lui Betty promisiuni pe care ei nu i le-a făcut niciodată.

Melodia îmbină umorul cu vulnerabilitatea; deși protagonista recunoaște că Betty este „prea frumoasă” ca să o poată urî, simte în continuare înțepătura geloziei și a regretului. Piesa surprinde perfect frământarea interioară dintre „poate exagerez” și „știu sigur că m-a înlocuit”, totul pe un fundal de chitare calde și imagini cinematice din viața micului oraș american. Rezultatul este un imn catchy despre comparații, inimă rănită și nevoia de a merge mai departe chiar atunci când pariul pare pierdut din start.

Grudge (Rancor)
You must have forgotten how fast word gets around this town
Bless your heart, your tiny brain can't shut your big fat mouth
If words could kill, I should be buried six feet underground
'Cause I can't write a song to save my life
Você deve ter esquecido como a palavra se espalha rápido nessa cidade
Deus te abençoe, teu cérebrozinho não consegue fechar essa bocona
Se palavras matassem, eu já estaria enterrada dois metros abaixo do chão
Porque eu não consigo escrever uma música nem que minha vida dependesse disso

Em “Grudge”, Carter Faith transforma um desabafo explosivo em hino de vingança com sotaque country. A cantora narra a rapidez com que as fofocas correm numa cidade pequena, expondo a traição de uma amiga que menosprezou seu talento musical atrás de suas costas. O refrão deixa claro que, em vez de perdoar “como uma boa cristã”, a narradora prefere abraçar a raiva, pedir que segurem sua cerveja e assumir publicamente: ela consegue guardar um senhor rancor.

O tom é sarcástico, cheio de humor ácido e imagens vívidas: Jesus balançando a cabeça diante da falsidade alheia, pontes sendo queimadas sem volta e a garantia de que a mágoa sobreviverá até o leito de morte. No fundo, a canção fala sobre autoestima e limites: quando alguém pisoteia seus sonhos, você tem o direito de erguer a voz, bater a porta e seguir em frente, mesmo que com o coração em brasas.

Betty
Betty, with her sun-kissed hair
Even I can't stare long enough at
Betty, I wish I looked like her
Wish I could cook like her
Betty, com o cabelo beijado de sol
Nem eu consigo encarar por tempo bastante
Betty, eu queria parecer com ela
Queria saber cozinhar como ela

Betty é aquele tipo de canção que transforma um coração partido em um verdadeiro filme na cabeça da narradora. Carter Faith nos leva a uma cidadezinha dos Estados Unidos, onde a protagonista, tomada pelo ciúme, imagina seu ex com a irresistível Betty — a garota de cabelo dourado, que cozinha bem e parece ter todas as qualidades que ela mesma gostaria de ter. A cada verso, a narradora faz apostas sobre o que o casal está vivendo: beijo no banco traseiro de um Chevy à beira do rio, promessas de bebês e planos de reformar o trailer. O clima é de faroeste emocional: ela tem uma “mão” cheia de suposições e arrisca tudo no jogo da imaginação, mesmo sem saber se essa história é real ou só fruto da insegurança.

Sob uma melodia country-pop cativante, a letra mistura humor ácido e vulnerabilidade, revelando o dilema de “não posso odiar Betty porque ela é perfeita, mas também não consigo deixar de sofrer”. O refrão repetitivo “I bet he’s…” martela a dúvida, mostrando como a mente pode se tornar um cassino de hipóteses quando alguém que amamos segue em frente. Entre suspiros de frustração e um leve toque de autoironia, Betty fala sobre comparações, baixa autoestima e a necessidade (quase divertida) de colocar a culpa em outro personagem para não encarar a própria dor. Resultado: uma história agridoce, perfeita para cantar alto no carro enquanto você decide se vai ou não dar aquela espionada na casa da tal Betty.

Still A Lover (Sigo siendo un amante)
Tried to run away
I tried to run him off
I loved him in the dark
'Til the lights came on
Traté de escapar
Traté de correrlo
Lo amé en la oscuridad
Hasta que se encendieron las luces

¿Alguna vez juraste que nunca te engancharías y, de repente, alguien cambió todas tus reglas? Eso le pasa a la narradora de “Still A Lover”. Carter Faith nos cuenta la historia de una mujer que siempre mantuvo a los hombres a raya: solo los veía a oscuras, los dejaba ir cuando amanecía y jamás creyó en el para siempre. Ella mandaba en el juego pero ahora las mesas se han girado y su nuevo amor la hace sentir vulnerable, incluso un poco "mezquina" cuando lo tiene en brazos porque teme perderlo.

La canción celebra ese descubrimiento inesperado: por muy dura que creas ser, sigues teniendo corazón de amante. Entre guitarras suaves y una voz sincera, Carter Faith confiesa que sin él se derrumbaría por completo. El tema es un recordatorio optimista y divertido de que todos podemos tropezar con el amor cuando menos lo esperamos y que, a veces, reconocer nuestra fragilidad nos hace más fuertes.

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