Dagger significa “adaga” ou “punhal”, uma faca curta e pontiaguda. É uma palavra menos comum e cria uma imagem intensa e dramática.
Na música, o coração pesado que bate “como uma adaga” sugere uma dor profunda e aguda, como se cada batida ferisse por dentro.
Em “Young”, Sam Smith, artista do Reino Unido, dá voz a alguém que quer viver a juventude sem pedir permissão. A pessoa diz: “I wanna be wild and young” [quero ser livre, intenso e jovem] e escolhe chorar sozinha, beber e se divertir. “Get a little high” [ficar um pouco alterado] usa uma expressão informal para falar de álcool ou drogas, enquanto “kiss a hundred boys” [beijar cem garotos] mostra o desejo de ter encontros sem transformar cada beijo em um compromisso. A frase “not feel like I’m tied to them” [sem me sentir preso a eles] deixa claro que a liberdade importa mais do que um relacionamento sério naquele momento.
O conflito aparece porque outras pessoas estão “watching me, judging me” [me observando e me julgando]. A resposta é direta: “I’ve done nothing wrong, I’m young” [não fiz nada de errado, sou jovem]. Há também imagens de uma noite exagerada, como “fall off the tables” [cair das mesas] e acordar esperando se arrepender do que aconteceu. “If you wanna judge me, then go and load the gun” [se você quer me julgar, então carregue a arma] é uma provocação forte e dramática contra quem condena suas escolhas. A graça amarga da música está nessa mistura de festa, culpa e desafio: a pessoa sabe que pode se arrepender, mas ainda assim quer experimentar a vida do próprio jeito.