Empty Bench traz um mergulho emocionante nas lembranças de quem perdeu alguém muito especial. David Kushner pinta a cena de um amor que virou saudade: fotos guardadas no carro, sonhos que confortam e, ao acordar, a frieza da realidade. O banco vazio do título vira símbolo de espera e esperança, um lugar onde o eu-lírico promete permanecer até que possa reencontrar a pessoa amada.
Apesar da dor, a canção também celebra o que ficou. Os abraços, o sorriso inesquecível e até a cor única dos olhos da pessoa perdida continuam vivos na memória. Entre lágrimas e recordações, o cantor se pergunta qual caminho seguir, revelando a busca universal por sentido depois de uma despedida. É uma balada tocante que mistura luto e amor, lembrando ao ouvinte que, mesmo na ausência, as conexões verdadeiras jamais se apagam.