Landfill significa 'aterro sanitário' ou 'lixão'. É uma palavra que descreve um local onde o lixo é depositado, e não é comum encontrá-la em letras de música.
Nesta canção, a banda usa "landfill" de forma metafórica para descrever uma casa tão cheia de coisas que se assemelha a um aterro sanitário, transmitindo uma sensação de sobrecarga e desordem. É uma imagem forte e incomum que torna a palavra memorável.
Pelas letras fornecidas, esta canção apresenta uma vida esmagada pelo excesso: “A home that's full up like a landfill” [uma casa cheia como um aterro sanitário] e “A job that slowly kills you” [um trabalho que mata você aos poucos]. A pessoa parece exausta e presa a problemas que não desaparecem, como mostram “Bruises that won't heal” [machucados que não saram] e “You look so tired, unhappy” [você parece tão cansado, infeliz]. A imagem é direta, desconfortável e até exagerada de propósito: não há espaço para respirar, nem no lar nem no trabalho.
A letra também mistura protesto político com o desejo de desaparecer em silêncio. “Bring down the government” [derrubem o governo] vem logo antes de “They don't speak for us” [eles não falam por nós], enquanto “I'll take a quiet life” [eu aceito uma vida tranquila] parece pedir distância de todo esse barulho. A repetição de “No alarms and no surprises” [sem alarmes e sem surpresas] transforma a frase em uma espécie de pedido insistente por paz. Mas a menção a “a handshake of carbon monoxide” [um aperto de mão de monóxido de carbono] torna essa paz muito sombria, e “This is my final fit, my final bellyache” [este é meu último ataque, minha última dor de barriga] sugere um limite físico e emocional. O “Please” [por favor] no fim soa pequeno diante de imagens tão fortes.