Exorcist se traduz como 'exorcista', a pessoa que realiza o ritual de expulsar espíritos malignos. É uma palavra dramática e rara em músicas, o que a torna muito interessante.
Na letra, o vocalista canta "Someone call an exorcist, and help me kill this curse" (Alguém chame um exorcista e me ajude a matar essa maldição). Ele usa essa imagem poderosa metaforicamente para descrever uma batalha interna contra seus próprios demônios ou um sofrimento profundo que ele não consegue superar sozinho.
Prepare-se para um hino poderoso dos britânicos do Bring Me The Horizon! Mas não se engane, Anthem não é uma celebração feliz. Pelo contrário, é uma 'dedicação ao fim de tudo'. A letra nos joga diretamente numa luta interna desesperada, com pedidos de ambulância, médicos e até de um exorcista para lidar com uma dor que não para de sangrar. É uma batalha constante contra os 'lobos' que nunca recuam, uma metáfora para os demônios pessoais e ansiedades que nos assombram diariamente.
A canção explora aquele sentimento agridoce de rendição. Com versos como 'Eu odeio dizer 'eu te avisei', mas eu avisei', a banda mostra uma consciência sobre os próprios erros e a repetição de padrões destrutivos. Anthem se torna um grito de aceitação, sobre encarar o caos de frente e, de certa forma, abraçar o fim. É sobre a estranha mistura de amargura e doçura que existe em se render à própria escuridão.