
Em “I DO”, Jessie Reyez, artista canadense e colombiana, olha para um relacionamento terminado com uma mistura de saudade, arrependimento e vontade de reabrir a conversa. Ela imagina voltar cinco anos no tempo e encontrar a pessoa pelo telefone, procurando “the old you” [a versão antiga de você]. A lembrança favorita é quando essa pessoa a chamou de “your majesty” [sua majestade], transformando o casal em uma espécie de realeza antes de “let this whole castle fall down” [deixar o castelo inteiro desabar]. É uma metáfora bonita, mas a queda foi uma tragédia para ela.
O refrão insiste nas perguntas: “Do I still live in your head?” [Eu ainda moro na sua cabeça?] e “Do you still live with regrets?” [Você ainda vive com arrependimentos?]. O “I do, I do” [Sim, eu vivo] funciona como uma resposta teimosa: ela ainda pensa, ainda se arrepende e ainda gostaria de saber se o outro também tem algo “on your chest” [no peito, algo guardado para dizer]. Ela promete perdoar todos os pecados se a outra pessoa ajudar a cobrir suas cicatrizes com um curativo, e aceita até uma discussão, contanto que possa vê-la de novo. Depois vem a frase mais sincera e desconfortável: “I’d much rather hurt from familiar pain” [eu preferiria sofrer com uma dor conhecida]. No fim, as flores mortas em um vaso revelam a necessidade de controle: é mais fácil manter tudo parado, mesmo sem vida, do que arriscar uma nova perda.
Em “LOVE IN THE DARK”, Jessie Reyez, artista canadense e colombiana, canta para alguém tão importante que parece feito de outro lugar: “We're only humans floating on a rock” [Somos apenas humanos flutuando sobre uma rocha], enquanto a pessoa amada é “made of stardust” [feita de poeira estelar]. A imagem mistura fragilidade e admiração. Esse amor é apresentado como algo incondicional, recebido com tanta generosidade que a narradora admite não conseguir retribuir. Só que a música logo fica mais triste: “Back to the sky, we all have to fly back home” [De volta ao céu, todos temos que voar de volta para casa]. A “volta para casa” funciona como uma imagem para a morte ou para a despedida final, sem que a letra explique exatamente quem está partindo.
O que resta é uma promessa teimosa de presença. Quando a vida estiver acabando e o coração parar de vencer a batalha, ela pede que a pessoa olhe ao redor, porque estará ali para levantá-la. “There's love in the dark” [Há amor na escuridão] é a ideia central: mesmo quando as estrelas caem e o silêncio toma o lugar da voz e das músicas da pessoa, o vínculo continua. A narradora quer ouvir aquele coração e aqueles pequenos sons outra vez, agradece a Deus por tudo que aprendeu e repete que não vai deixar o outro sozinho. É uma canção sobre amor, memória e despedida, com uma promessa simples e enorme: até no escuro, alguém ainda está por perto.
Em “ONLY ONE”, Jessie Reyez, artista do Canadá e da Colômbia, fala de um romance com regras bem claras: não basta receber atenção quando sobra tempo. Ela quer ser prioridade. Quando diz “Call me when you’re busy so I know I’m a priority” [“Me ligue quando estiver ocupado, para eu saber que sou prioridade”], a ideia é quase engraçada de tão direta: se a pessoa encaixa uma ligação mesmo com a agenda cheia, então o interesse parece real. Ela também imagina os dois dormindo juntos ao telefone e afirma que gosta de “elevar” quem está por perto, apresentando músicas e livros novos. “Level up” é uma expressão informal para ajudar alguém a subir de nível, melhorar ou ampliar seus horizontes.
O refrão deixa o desejo sem nenhuma dúvida: “I just wanna be your only one” [“Eu só quero ser a sua única pessoa”]. Ela não quer alguém que flerte ou se envolva com todo mundo. Beijos e atração física contam, mas “that’s not enough” [“isso não é suficiente”]. Em vez de ouvir que é apenas “o seu tipo”, ela exige algo mais definitivo: “Tell me I’m it” [“Diga que sou eu, a pessoa certa”]. A pergunta “Do you wanna do this love?” [“Você quer viver esse amor?”] transforma a música em uma conversa franca: ou existe intenção de construir algo exclusivo, ou os dois precisam admitir que não sabem o que estão fazendo.
"GOLIATH" es una declaración de amor exagerada a propósito, y por eso funciona. Jessie Reyez explica qué quiere decir cuando dice "I love ya" (te quiero): "I would pull every star from the sky down" (bajaría todas las estrellas del cielo) y "square up with any Goliath" (me plantaría frente a cualquier Goliat). "Square up" es ponerse en guardia para pelear, y Goliat es el gigante bíblico que derrotó David. También promete hacer "moonwalk" a través del fuego, el paso de baile famoso de Michael Jackson.
La letra está llena de imágenes caseras y divertidas: "You love me like a Sunday morning, but you kiss me like a Friday night" (me quieres como un domingo por la mañana, pero me besas como un viernes por la noche), tranquilidad y fiesta a la vez. "Finders keepers, losers weepers" es un dicho infantil inglés, algo como "quien lo encuentra se lo queda". Y me encanta la confesión de "I'm a little loca, but you're loco, we match" (estoy un poco loca, pero tú estás loco, hacemos pareja), con el español colándose en la canción.
¡Prepárate para sentir! En "I DO", Jessie Reyez nos lleva a un viaje emocional donde el arrepentimiento y la nostalgia son los protagonistas. La canción es una conversación con un amor del pasado, donde ella se pregunta si todavía vive en la mente de esa persona, si aún hay remordimientos. La frase "Do I still live in your head? Do you still live with regrets? 'Cause I do, I do" [¿Todavía vivo en tu cabeza? ¿Todavía vives con remordimientos? Porque yo sí, yo sí] es el corazón de la canción, mostrando su vulnerabilidad y su deseo de saber si el sentimiento es mutuo.
Me encanta cómo Jessie Reyez usa imágenes tan fuertes. Ella anhela el pasado, ese tiempo en el que él la llamaba "my majesty" [mi majestad] y todo se sentía como un castillo que se caía. ¡Qué dramático! Incluso está dispuesta a perdonar todos los pecados si él puede "put a band-aide on the scars" [poner una curita en las cicatrices]. Es una súplica desesperada por reconectar, incluso si solo es para discutir. La canción termina con una reflexión un poco oscura sobre cómo prefiere sus flores muertas, con más control, lo que podría sugerir una forma de lidiar con el dolor de este amor perdido.
En «ONLY ONE», Jessie Reyez, artista de Canadá y Colombia, habla con una claridad deliciosa: le gusta esa persona, pero no quiere ser una opción más. Por eso pide que la llamen cuando la otra persona está ocupada, incluso tarde por la noche, para saber que tiene un lugar importante en su vida. La frase “Call me when you’re busy” [llámame cuando estés ocupado] suena un poco exigente y divertida: para ella, el tiempo fácil no demuestra tanto como hacerle espacio en medio del caos. También imagina una intimidad sencilla, como quedarse dormidos juntos.
La narradora promete aportar algo a la relación: dice que sabe “level up who I’m around” [hacer que las personas que me rodean mejoren] y compartir música y libros nuevos. Pero el cariño y los besos no bastan. Quiere exclusividad, no alguien que esté disponible para todo el mundo: “I just wanna be your only one” [solo quiero ser tu única persona]. Incluso rechaza que le digan “eres mi tipo” y pide algo más directo: “tell me I’m it” [dime que soy yo, la elegida]. La pregunta que repite es muy concreta: “Do you wanna do this love?” [¿quieres vivir este amor?]. Si la respuesta no es sí, entonces pregunta, con toda la paciencia agotada: ¿qué estamos haciendo?
Em “BEFORE LOVE CAME TO KILL US”, Jessie Reyez, artista canadense e colombiana, transforma um término em uma lembrança doce e dolorosa. O amor começa como um golpe de nocaute: “You knock me down like a heavyweight” [“Você me derruba como um peso-pesado”]. Eles se apaixonaram, mas eram jovens demais e acabaram desistindo até dos planos de casamento. A frase “nobody gets out of love alive” [“ninguém sai vivo do amor”] é exagerada de propósito e logo ganha uma explicação bem direta: ou o casal termina quando é jovem, ou se despede quando morre. No meio disso, ela reconhece que, por algum tempo, aquela pessoa foi sua, e que foi bonito.
O refrão quer voltar a um momento anterior ao desgaste: “I wanna hold you / Like it’s June in the West End” [“Eu quero te abraçar / como se fosse junho no West End”]. Aqui, junho sugere uma época quente e feliz, enquanto o West End é uma região conhecida de Londres, usada na letra como cenário dessa memória. Ela sente falta de quando os dois eram melhores amigos, “before love came to kill us” [“antes de o amor vir nos matar”]. Mesmo sabendo que não deveria procurar essa pessoa, ela admite: “I can’t learn my lesson” [“não consigo aprender a lição”]. A menção a “medicate” [“me medico”] e às lágrimas que saem “como uma renegada” mostra que a saudade continua aparecendo apesar de a vida estar boa e de ela estar ganhando dinheiro. No fim, o pedido para dançar sob a lua no passado parece impossível, mas é exatamente por isso que a imagem é tão bonita: ela quer visitar, por uma noite, o tempo em que o amor ainda não tinha estragado a amizade.
En “BEFORE LOVE CAME TO KILL US”, Jessie Reyez, artista canadiense y colombiana, recuerda una relación que empezó como un golpe de nocaut: “You knock me down like a heavyweight” [Me derribas como un boxeador de peso pesado]. El amor fue intenso, pero llegó demasiado pronto: eran “Too damn young” [Demasiado jóvenes] y terminaron antes de la boda que alguna vez imaginaron. La frase “nobody gets out of love alive” [nadie sale vivo del amor] es una manera brutal y casi divertida de decir que toda historia amorosa termina en una ruptura o en una despedida definitiva. Aun así, la cantante no niega lo hermoso: por un momento, esa persona fue suya, y eso bastó para que valiera la pena.
Lo más triste es que la vida de ella sigue adelante, con dinero y éxito, pero piensa en esa persona todos los días y dice: “When I miss you, I medicate” [Cuando te extraño, me medico]. No logra aprender la lección y quiere volver a abrazarla “like it’s June in the West End” [como si fuera junio en el West End], evocando un tiempo cálido en un lugar concreto, cuando todavía eran mejores amigos. El invierno y las rosas funcionan como una imagen sencilla de lo que no dura: “winter comes and roses don’t survive” [llega el invierno y las rosas no sobreviven]. Bajo la luna, propone bailar en el pasado, antes de que el amor transformara la amistad en una despedida.
En “WORTH SAVING”, Jessie Reyez, artista canadiense y colombiana, habla desde el miedo de que una relación termine antes de que la otra persona vea todo lo que todavía puede ofrecer. El mundo que describe está lleno de desconfianza: “Everybody cheats, nobody listens” [Todo el mundo engaña, nadie escucha] y “Everybody scared, nobody risks it” [Todo el mundo tiene miedo, nadie se arriesga]. En medio de ese panorama, le pide a su pareja que no se vaya tan rápido. “You trying to leave while you can” [Intentas irte mientras puedes] suena casi como una carrera contra el tiempo: quiere convencerle de que no es tan mala y de que quizá todavía vale la pena luchar por ella. La frase “worth saving” significa “que vale la pena salvar”, como algo valioso que no debería abandonarse sin intentarlo.
La canción también tiene bastante autocrítica. Ella admite: “I’m not the easiest” [No soy la persona más fácil], y hasta dice que no culpa a la otra persona por irse. Pero la escena se vuelve divertida y un poco desesperada cuando cuenta que sus amigos odian a su pareja mientras ella sigue defendiendo todo lo que esa persona ha hecho. También recuerda que la madre de su pareja la quería: “Didn’t you say that your mama liked me?” [¿No dijiste que a tu mamá le gustaba?]. “Ya” en “convince ya” es una forma informal de decir you, “a ti”, y “dumb ass” es un insulto coloquial, algo como “idiota” o “tonto”. El estribillo repite “Don’t let me go so easy” [No me dejes ir tan fácilmente], una súplica directa: si existe algo especial entre los dos, no lo tires por la borda sin darle otra oportunidad.
“LOVE IN THE DARK” de Jessie Reyez, artista canadiense y colombiana, imagina a dos personas diminutas frente al universo: “We're only humans floating on a rock” [Solo somos humanos flotando sobre una roca]. Aun así, la persona amada parece especial, casi cósmica: “I think that you are made of stardust” [Creo que estás hecha de polvo de estrellas]. La letra habla de un amor que acepta sacrificios y no se puede pagar: “I can never repay the way you love” [Nunca podré devolver la forma en que me amas]. Luego aparece la despedida definitiva, con el regreso “back to the sky” [de vuelta al cielo]. No es una separación alegre: “The sweetest goodbyes are never with smiles at all” [Las despedidas más dulces nunca llevan sonrisas].
La voz que canta se niega a abandonar a esa persona cuando la vida se apaga. “I'll be there to pull you back up” [Estaré ahí para levantarte] suena como una promesa de compañía incluso en el momento más oscuro. Después, el silencio se vuelve insoportable: quiere recuperar los recuerdos, las canciones en su cabeza, la voz y hasta los latidos de la otra persona. Por eso el estribillo insiste en “There's love in the dark” [Hay amor en la oscuridad]: aunque caigan las estrellas y ya no quede una respuesta, el amor permanece como una pequeña luz. La repetición de “I'm nothing without you” [No soy nada sin ti] es directa, incluso un poco devastadora, y el agradecimiento final convierte la pérdida en memoria: todo lo que esa persona enseñó sigue acompañando a quien canta.
En “NO ONE’S IN THE ROOM”, Jessie Reyez, artista canadiense y colombiana, se pregunta quién es cuando desaparecen las miradas, las reglas y las expectativas. La canción recuerda una educación religiosa que le hizo sentir que su primera experiencia sexual podía cerrarle las puertas del cielo, mientras las personas que enseñan las normas tampoco siempre las cumplen. También cuestiona la escuela, el trabajo y la idea de encontrar pareja y esperar tranquilamente hasta morir. La frase “Who am I when no one’s in the room?” [¿Quién soy cuando no hay nadie en la habitación?] convierte esa duda en el centro de la canción: ¿qué queda de mí cuando no estoy tratando de sacar buenas notas ni de ser “suficiente” para alguien?
La conversación con Dios no busca una respuesta fácil. Jessie incluso se pregunta si la voz interior que la detiene en un momento límite nace de ella o “comes from the clouds” [viene de las nubes]. Hay una imagen muy dura sobre querer dejar de cantar y recuperar su música de manos de hombres que la han tratado mal, seguida por la idea de que los vicios solo calman el dolor por un momento. Por eso la canción suena como una discusión íntima, directa y algo irreverente con la religión, la sociedad y consigo misma. Su pregunta final no pide una identidad perfecta: pide saber quién es cuando nadie la está calificando, corrigiendo o mirando.
Em “WORTH SAVING”, Jessie Reyez canta como alguém que vê um relacionamento escapando e tenta impedir que a outra pessoa vá embora. O começo traz uma visão amarga do mundo: “Everybody cheats, nobody listens” [Todo mundo trai, ninguém escuta] e “Everybody scared, nobody risks it” [Todo mundo tem medo, ninguém se arrisca]. No meio desse cenário, a narradora admite que não é fácil, mas pede uma chance: “I might be worth saving” [Talvez eu mereça ser salva]. Aqui, worth saving significa valer a pena ser preservada, receber esforço e não ser abandonada tão depressa.
A música fica ainda mais interessante porque ela não se coloca como vítima perfeita. “To be real I don’t blame you for leaving me” [Para falar a verdade, não culpo você por me deixar] é uma confissão direta, enquanto “All my friends they hate your guts” [Todos os meus amigos odeiam você] mostra que, mesmo com os amigos contra essa pessoa, ela continua defendendo o que o outro fez. Quando menciona que a mãe dele gostava dela e diz “Likely there ain’t gonna be one like me” [Provavelmente não vai existir outra como eu], a narradora mistura insegurança, orgulho e uma última tentativa de convencimento. O refrão, repetindo “Don’t let me go so easy” [Não me deixe ir tão facilmente], soa como um pedido urgente: se ainda existe algo entre os dois, não desista sem lutar.
En "Apple Juice", Jessie Reyez le canta a alguien que viene de un "broken home" (un hogar roto, una familia rota) y por eso no sabe querer bien: "No one ever taught you how to love right" (nadie te enseñó nunca a amar bien). Ella no le echa la culpa, "I can never blame you" (nunca podría culparte), aunque la relación sea cuesta arriba: "this love is just uphill" (este amor es solo cuesta arriba). Uphill es literalmente "cuesta arriba", y en inglés se usa igual que en español para algo que cuesta mucho esfuerzo.
Lo más bonito es la promesa del estribillo: "I'll teach you how to love me" (te enseñaré cómo amarme). Ella sabe que debería irse, "I know why I shouldn't stay" (sé por qué no debería quedarme), pero confiesa "I'm stuck tryna save you from you" (estoy atrapada intentando salvarte de ti mismo). Tryna es la forma hablada de trying to, muy común en las canciones. Y una frase que vale oro: "Perfect ain't coming but we'll be alright" (lo perfecto no va a llegar, pero estaremos bien), con ese ain't coloquial que significa isn't.
En «Great One», Jessie Reyez, artista de Canadá y Colombia, habla con una ambición enorme y bastante directa: quiere ser alguien excepcional, ganar un millón y luego mil millones de dólares, contar sus días y compartir el éxito con sus amigos de siempre. Cuando dice «my day ones» [mis amigos de toda la vida], se refiere a las personas que estuvieron con ella desde el principio. También quiere llevarle el dinero a su padre y decirle: «Daddy, what you prayed for» [Papá, esto es por lo que rezabas]. La mención de Louis V se refiere a Louis Vuitton, una marca de lujo, pero la frase «don’t chase none» [no persigo nada] sugiere que no quiere correr detrás de las apariencias. Incluso admite que antes escondía «the grey sun» [el sol gris], una imagen de días difíciles o de tristeza que ya no quiere ocultar.
La canción cambia de la meta económica a preguntas enormes: «What is life? What is love? What are lies? What is trust?» [¿Qué es la vida? ¿Qué es el amor? ¿Qué son las mentiras? ¿Qué es la confianza?]. La respuesta vuelve una y otra vez: «Everything is nothing without you» [Todo es nada sin ti]. Ese “tú” es la persona cuya presencia da sentido a todo, aunque la letra no dice exactamente quién es. Jessie también confiesa que se le acaba la paciencia y que quiere estar lista «when the spirit calls me» [cuando el espíritu me llame], con las manos levantadas para ser salvada. «I hope I die faded» [espero morir colocada o bajo los efectos de algo] y «I hope I fly faded» [espero volar colocada o bajo los efectos de algo] son imágenes exageradas, casi insolentes, sobre irse de este mundo con intensidad. Entre millones, fe y dudas, la pregunta más sencilla termina siendo: «I hope I am enough» [espero ser suficiente].
En CUDN'T B ME, Jessie Reyez mira desde fuera la vida de la mujer que un hombre eligió en lugar de ella, y su respuesta es clara: "couldn't be me" (no podría ser yo). Ella describe a la pareja "perfecta": "She's got her face beat, and she's always home" (va siempre maquillada y siempre está en casa). Ojo con face beat: es jerga para un maquillaje impecable, no tiene nada que ver con golpes.
Lo duro viene después: esa mujer "put to sleep every dream of her own" (adormeció cada sueño propio) y "lets you go cheat, long as you come home" (te deja engañarla mientras vuelvas a casa). Jessie prefiere quedarse sin el chico antes que vivir así. Settled for significa "conformarse con", y es la clave del verso: él se conformó.
El final es un mensaje de voz de una amiga que la consuela, le dice que el tipo es un twat (un idiota, en jerga británica bastante grosera) y que lo va a lamentar toda su vida. Es un cierre tierno y muy real, como escuchar a escondidas el buzón de voz de alguien.
En "MUTUAL FRIEND", Jessie Reyez recibe un mensaje de su ex a través de un amigo en común: él ha estado llamando, dice que lo siente y quiere hablar. La respuesta de ella es seca y directa: "Well guess what? You're about seven months late" (pues adivina qué: llegas como siete meses tarde). Guess what es una expresión muy común en inglés para soltar una noticia, algo así como "¿sabes qué?".
El estribillo es lo más fuerte de la canción: "If you died tomorrow, I don't think I'd cry" (si te murieras mañana, no creo que llorara). Ella misma reconoce que suena frío, pero lo deja claro con "it is what it is" (es lo que hay). Hay detalles muy buenos, como "That girl's been on a carton of milk" (esa chica ha salido en un cartón de leche): en Estados Unidos ponían fotos de personas desaparecidas en los cartones de leche, así que quiere decir que la chica que él conocía ya no existe. Y el final tiene su punto de humor negro: cuando el amigo le pregunta cómo duerme con tanto odio, ella contesta "I sleep like a baby" (duermo como un bebé).
"SAME SIDE" es Jessie Reyez atrapada en una relación que le hace daño y de la que no sabe salir. Empieza preguntándose "How come I can't leave ya?" (¿por qué no puedo dejarte?) y confiesa que esa persona la hace llorar más que sonreír. Lo más honesto es la duda: "I don't want you, I hate you, I think" (no te quiero, te odio, creo), y justo después admite que tampoco quiere estar sola.
El estribillo tiene una idea muy buena: ella ve a un príncipe donde hay un idiota, y él ve a una mala persona donde hay una buena chica. Por eso dice "So I wish I was a bad guy" (ojalá yo fuera la mala), para por fin "be fightin' on the same side" (pelear en el mismo bando). "Burn a bridge" (quemar un puente) es una expresión que significa romper una relación sin vuelta atrás. Al final viene una lista de disculpas que duele leer, "I'm sorry, can you be sorry instead?" (lo siento, ¿puedes sentirlo tú en mi lugar?), porque es ella quien pide perdón por lo que hizo él.
Esta canción es una venganza imaginada, y Jessie Reyez no se corta ni un pelo. Abre con una línea que te deja con la boca abierta: "I should've fucked your friends" (debí acostarme con tus amigos), porque según ella habría sido la mejor venganza por el fuego que él empezó. Luego baja el tono y confiesa: "I'm trying to heal, but it's a process" (intento sanar, pero es un proceso).
Lo más curioso son las referencias al cine. "Goodfella" viene de la película Goodfellas (Uno de los nuestros), y Karen es el personaje de esa película que se despierta con una pistola apuntando a su marido infiel. La Beretta es una marca de pistola italiana. O sea, ella se imagina haciendo lo mismo. El estribillo es la clave: "Kiss me I'm the monster that you made" (bésame, soy el monstruo que creaste). Es exagerado y oscuro a propósito: no quiere hacerte daño de verdad, quiere que entiendas que él la convirtió en esto.
En "SUGAR AT NIGHT" Jessie Reyez le canta a una pareja que no quiere crecer, y no se corta nada. Él tiene "Thirty somethin'" (treinta y tantos), sigue viviendo con su madre y pierde el control con un par de vodkas. Hay un juego de palabras muy bueno: "you souled out" suena igual que "sold out" (te vendiste), pero con "soul" (alma), porque le importan más sus zapatos que su alma. Ella también se mira al espejo: "The jury's out on that one" (el jurado aún no ha decidido), una expresión que significa que algo todavía no está claro.
El estribillo explica el título con una comparación que cualquiera entiende: "You're like sugar at night" (eres como azúcar por la noche), algo que te gusta pero no te deja dormir. Él "never make me a bride" (nunca me hará su novia en el altar) y solo le da peleas. En el segundo verso dice que ojalá lo hubiera visto venir en las cartas del tarot, y termina con una imagen triste y graciosa a la vez: ahora está "sellin' a broken heart and old parts" (vendiendo un corazón roto y piezas viejas).
"IMPORTED" es un dúo entre Jessie Reyez y 6LACK sobre una noche con alguien que todavía está enamorado de otra persona. 6LACK abre presentándose con chulería y ofrece un trato directo: saltarse la cena romántica. Su gran frase es "Get over them by gettin' under me" (supera a esa persona metiéndote debajo de mí), un juego de palabras con "get over" (superar) y "get under" (ponerse debajo). Y avisa con humor: "you might O.D. if you get too much of me" (podrías tener una sobredosis si tomas demasiado de mí).
La parte de Jessie es más triste. Dice "I'm not from here, I'm imported" (no soy de aquí, soy importada) y "I drink liquor like it's water, hope my liver can afford it" (bebo licor como si fuera agua, espero que mi hígado lo aguante). Se despierta bajo las sábanas con alguien que acaba de verla desnuda, y explica por qué: estaba curando un corazón roto y una amiga le dijo "Fake it 'til you make it" (fíngelo hasta que lo consigas), una expresión que significa actuar como si estuvieras bien hasta que de verdad lo estés.
Una canción de amor a distancia, sin rodeos. Jessie Reyez abre con "Hand on the Bible" (mano sobre la Biblia): lo jura, esta persona es el amor de su vida.
El problema es concreto: "You're still waitin' for your papers" (todavía esperas tus papeles). Hablan de papeles de inmigración, y ella lo dice claro: "Been feelin' like the government wants us to break up" (siento que el gobierno quiere que rompamos). Lo que los mantiene juntos es una videollamada: "FaceTime saves us" (FaceTime nos salva).
El estribillo es simple y se queda pegado: "I feel what you feel when you're far away" (siento lo que sientes cuando estás lejos), y lleva la cuenta: "It's been a hundred days since I kissed your face" (han pasado cien días desde que besé tu cara).
En el segundo verso se pone directa, con palabrotas incluidas: "Distance ain't shit" (la distancia no es nada) es jerga para decir que la distancia no importa. Una imagen bonita: "Icebox but you buy me summer" (soy una nevera pero tú me compras el verano), o sea, ella era fría y esa persona le trajo calor.
El puente repite "On my mama", una expresión de jerga que significa "te lo juro por mi madre". Promete no hacerle daño nunca y admite que no lo merece.
"Body Count" es Jessie Reyez diciendo, con una sonrisa, que el pasado de cada uno es asunto suyo. "Body count" es jerga en inglés para el número de personas con las que alguien se ha acostado, y ella lo deja claro desde la primera línea: "You don't gotta tell me 'bout your body count" (no tienes que contarme tu número de parejas). Tampoco quiere saber el nombre de tu ex, y avisa que si tú le preguntas a ella, quizá no te guste la respuesta: "you might feel some type of way" (puede que te sientas raro), una expresión para decir que algo te molesta sin decir cuánto.
El estribillo es una pequeña declaración de libertad: "We gon' love who we wanna love" (vamos a amar a quien queramos amar), porque "Time won't let you stay young" (el tiempo no te deja ser joven para siempre). También presume de independencia: se compró el Mercedes ella sola y tiene los papeles para probarlo. Mi línea favorita es "maybe you should put a rubber on your heart" (quizá deberías ponerle un condón a tu corazón): un chiste atrevido para decir que protejas tus sentimientos. Y al final, "I saw my ex and then I swerved, sue me" (vi a mi ex y me desvié, demándame), o sea, lo esquivó y no le importa lo que piensen.
"Saint Nobody" empieza fuerte: "I think about dying every day" (pienso en morir todos los días). Pero Jessie Reyez no lo canta con miedo, lo usa como motor. Como la vida se acaba, trabaja "like a motherfucker" (como una bestia, una expresión muy vulgar en inglés para decir que trabaja a tope). Hay un juego de palabras genial: "Fuck a 9 to 5, I'm 8 to faint". Un 9 to 5 es el horario de oficina, y ella dice que trabaja "de 8 hasta desmayarse".
La canción mezcla fe y pelea. "Devils need Jesus more than someone with a halo" (los demonios necesitan a Jesús más que alguien con aureola) es su forma de decir que no hace falta ser una santa para rezar, de ahí el título, "santa nadie". También habla de sus padres: "My daddy came from nothing" (mi papá vino de la nada), así que ella tiene que convertir esto en algo que valga la pena. "My tank's on E" significa que el depósito está en Empty, vacío. Y al final cambia al español con un trozo del Avemaría, "Ruega por nosotros, pecadores", que suena casi como una despedida.