Learn English With Mitski with these 23 Song Recommendations (Full Translations Included!)

Mitski
LF Content Team | Updated on 2 February 2023
Learning English with Mitski's music is fun, engaging, and includes a cultural aspect that is often missing from other language learning methods. It is also great way to supplement your learning and stay motivated to keep learning English!
Below are 23 song recommendations by Mitski to get you started! Alongside each recommendation, you will find a snippet of the lyric translations with links to the full lyric translations and lessons for each of the songs!
CONTENTS SUMMARY
Cats (Gatos)
I won't leave you, 'cause I still love you
So it's up to you if you choose to go
In the meantime, sleeping by my side
Our two cats, making sure I'll be alright
No te dejaré, porque todavía te amo
Así que depende de ti si eliges irte
Mientras tanto, durmiendo a mi lado
Nuestros dos gatos, asegurándose de que yo esté bien

Cats nos invita a acurrucarnos en la melancolía suave de Mitski, cantautora nipo-estadounidense experta en convertir lo cotidiano en poesía. Entre ronroneos y silencios nocturnos, la voz lírica promete quedarse porque aún ama, mientras deja la puerta abierta por si la otra persona decide irse. Los dos gatos dormidos junto a la cama son más que mascotas: son guardianes de la calma y símbolos de un amor que, aun vulnerable, busca consolarse en la ternura compartida.

En este tema, Mitski explora la paradoja de amar y soltar. La protagonista deja de intentar transformarse para ser “la persona ideal” y acepta que, como los felinos, cada corazón tiene su propio rumbo. Si mañana los gatos desaparecen, sentirá alivio al imaginar que siguen su instinto y encuentran felicidad fuera de casa. Así, la canción celebra la libertad dentro del afecto: querer tanto a alguien que prefieres verlo perseguir sus deseos antes que retenerlo sin alas.

Cats (Gatos)
I won't leave you, 'cause I still love you
So it's up to you if you choose to go
In the meantime, sleeping by my side
Our two cats, making sure I'll be alright
Eu não vou te deixar, porque ainda te amo
Então fica por tua conta se decidir ir embora
Enquanto isso, dormindo ao meu lado
Nossos dois gatos, garantindo que eu fique bem

Cats, de Mitski, é um retrato delicado de um relacionamento no ponto de virada. A narradora ainda transborda amor, promete não ir embora e entrega a decisão ao outro: “é com você se quiser partir”. Enquanto espera, ela encontra conforto nos dois gatos que dormem ao seu lado, símbolo de afeto simples, cotidiano e incondicional. O contraste é claro: aquilo que parece complicado para a pessoa amada soa “tão simples” para quem canta, revelando a diferença de percepções dentro do mesmo laço.

Quando a voz lírica confessa que “tem tentado parar de tentar ser alguém que você ainda goste”, percebemos a luta entre autenticidade e autossacrifício. Aos poucos, ela aceita que não pode forçar o sentimento do outro, assim como não pode impedir que os gatos sigam seus próprios caminhos na noite seguinte. Dessa forma, o felino vira metáfora de liberdade: se amanhã os bichanos sumirem, tudo bem, pois estarão “seguindo a alegria do coração”. O recado final é agridoce e libertador. Amar também é permitir que o outro parta, preservando o amor-próprio e celebrando os momentos de ternura que ficam, tal qual os ronronares que ecoam na escuridão.

Charon's Obol (Óbolo de Caronte)
At midnight, the dogs gathered around the house
Around her house
Her heart was like a drawer
She only opened when she went out to feed those dogs
À meia-noite, os cães se juntaram em volta da casa
Em volta da casa dela
O coração dela era como uma gaveta
Que ela só abria quando saía pra alimentar aqueles cães

“Charon’s Obol” nos transporta para um universo quase cinematográfico, onde Mitski mistura lenda grega, histórias de casas mal-assombradas e reflexões sobre luto e renascimento. O título faz referência à moeda oferecida a Caronte, barqueiro do rio Estige, para que as almas atravessem para o além. Aqui, no entanto, a moeda simbólica se transforma em ração para cães fantasmagóricos: a narradora, recém-chegada a uma casa marcada por tragédia, passa as madrugadas alimentando uma matilha silenciosa que pertence às garotas que morreram ali. Cada tigela depositada no quintal funciona como um pequeno pagamento aos espíritos, na esperança de apaziguar a dor que ainda paira sobre o lugar.

Ao assumir o papel de guardiã, ela também confronta o próprio passado — quase foi mais uma vítima daquela casa — e tenta cicatrizar velhas feridas, suas e do imóvel. A imagem do “coração-gaveta” sugere emoções guardadas que só se revelam na solidão da meia-noite, quando o luar ilumina memórias indescritíveis. Nesta canção, Mitski combina suspense gótico com ternura, lembrando que o processo de cura pode nascer de pequenos gestos de cuidado: em vez de colocar moedas sobre olhos mortos, ela oferece comida e presença às criaturas que ainda esperam pelas suas donas. O resultado é um conto sombrio, porém esperançoso, que fala sobre encontrar propósito no meio da escuridão e transformar culpa em compaixão.

In A Lake (Într-un lac)
I'd never live in a small town
I've made too many mistakes
For where you gotta write your book early
Or it gets written up in your place
N-aș locui niciodată într-un orășel
Am făcut prea multe greșeli
Pe-acolo trebuie să-ți scrii povestea devreme
Altfel ți-o scriu alții în loc

În „In A Lake”, artista japoneză Mitski transformă un simplu peisaj acvatic într-o meditație despre libertate și uitare. Versurile descriu sufocarea vieții într-un orășel unde „toată lumea miroase ca prima ta dragoste”, iar greșelile devin bârfe ce nu pot fi șterse. Imaginea înotului pe spate backstroke în mijlocul unui lac reprezintă dorința de a pluti departe de trecut, cu cerul infinit în față și întunericul lăsat în urmă.

Cântecul opune liniștea lacului haosului fermecător al unui oraș mare: ambele spații promit un nou început, fie prin imersiunea totală în natură, fie prin anonimatul milioanelor de lumini. Mitski sugerează că, atunci când am acumulat prea multe „walks of shame”, uneori ocolim „memory lane” și alegem drumul lung spre o versiune curată a noastră. Indiferent dacă alegem să ne cufundăm într-un lac imaginar sau să ne pierdem pe străzile metropolei, mesajul piesei este clar: există mereu un loc unde putem înota liberi, departe de etichetele trecutului.

In A Lake (Em Um Lago)
I'd never live in a small town
I've made too many mistakes
For where you gotta write your book early
Or it gets written up in your place
Eu nunca moraria numa cidade pequena
Já cometi erros demais
Porque lá você tem que escrever sua história cedo
Senão escrevem por você

Em "In A Lake", Mitski, a artista nipo-americana nascida no Japão, convida o ouvinte a mergulhar na sensação de sufoco das cidades pequenas e na liberdade que só um grande centro ou um lago sem margens visíveis conseguem oferecer. A canção brinca com a ideia de que, numa comunidade minúscula, “só existe uma marca de sabonete”: os cheiros, as lembranças e as fofocas se confundem, fazendo o passado grudar na pele. Por isso, a narradora anseia pelas avenidas anônimas da metrópole, onde cada esquina dá a chance de começar de novo, ou pelas águas abertas de um lago, onde é possível nadar de costas, olhando o céu e deixando a escuridão para trás.

No fundo, Mitski canta sobre recomeços, culpa e escapismo. Ela admite seus “walks of shame”, reconhece os erros já cometidos e critica as regras rígidas que transformam qualquer deslize em sentença perpétua quando todo mundo se conhece. Ao comparar o vilarejo ao peso de um primeiro amor que nunca se supera, a artista lembra que, às vezes, a única forma de se libertar das memórias é buscar horizontes maiores. Seja entre arranha-céus cheios de luz ou dentro de um lago silencioso, o que importa é encontrar um espaço amplo o bastante para que o passado pare de ditar quem seremos amanhã.

Washing Machine Heart (Corazón De Lavadora)
Toss your dirty shoes in my washing machine heart
Baby, bang it up inside
I'm not wearing my usual lipstick
I thought maybe we would kiss tonight
Tira tus zapatos sucios en mi corazón lavadora
Cariño, golpéalo por dentro
No llevo mi pintalabios de siempre
Pensé que quizá nos besaríamos esta noche

Washing Machine Heart, de la cantautora nipo-estadounidense Mitski, convierte un electrodoméstico cotidiano en una metáfora emocional: su corazón-lavadora. Al invitar a la otra persona a “tirar sus zapatos sucios” dentro, la cantante se ofrece como refugio para sus problemas, dispuesta a soportar los golpes que estos ocasionan (“baby, bang it up inside”). La imagen es divertida y a la vez cruda: todo gira, se agita y hace ruido, igual que los sentimientos cuando anhelamos cercanía a cualquier precio.

Sin embargo, el ciclo no termina limpio. Mitski advierte, con los ojos cerrados, que su pareja finge que ella es alguien más. El estribillo con notas sueltas —do mi ti— deja fuera la resolución de la escala y subraya la pregunta que late en cada giro: ¿por qué no soy yo? Así, la canción captura la vulnerabilidad de amar a quien solo nos utiliza para “lavar” sus culpas, mientras nosotros seguimos girando, esperando un beso auténtico que quizá nunca llegue.

Nobody (Nadie)
My god I'm so lonely
So I open the window
To hear sounds of people
To hear sounds of people
Dios mío, estoy tan sola
Así que abro la ventana
Para oír sonidos de gente
Para oír sonidos de gente

¿Alguna vez has sentido tanta soledad que abres la ventana solo para escuchar voces ajenas? Eso es justamente lo que Mitski, la cantautora japonesa, retrata en “Nobody”: un grito pop que convierte la desesperación íntima en ganas de bailar. La canción abre con la imagen de Venus, planeta del amor, destruido por el calentamiento global, y se pregunta si sus habitantes también desearon demasiado. Con este guiño cósmico, Mitski compara una catástrofe planetaria con un corazón humano sobrecargado de anhelos nunca correspondidos.

A lo largo del tema, la palabra nobody se repite como un mantra pegadizo que subraya la ausencia de contacto humano. Lejos de pedir lástima, la cantante solo necesita “un buen beso honesto, un beso de película” que la haga sentir viva por un instante. Entre confesiones vulnerables y un ritmo disco irresistible, “Nobody” transforma la tristeza en fuerza y nos recuerda que el deseo de cercanía es universal: basta un gesto auténtico para iluminar la oscuridad.

Cats (Pisici)
I won't leave you, 'cause I still love you
So it's up to you if you choose to go
In the meantime, sleeping by my side
Our two cats, making sure I'll be alright
Nu te las, fiindcă încă te iubesc
Așa că depinde de tine dacă vrei să pleci
Între timp, dormi lângă mine
Cele două pisici ale noastre veghează să fiu bine

„Cats” este o confesiune tandră în care Mitski își ține inima pe masă și împarte spațiul cu cele două pisici ale sale. Artista descrie un moment de răscruce într-o relație: ea rămâne plină de iubire și disponibilitate, însă îi lasă libertatea partenerului să plece dacă asta simte. Între timp, ghemuite la picioarele lor, pisicile veghează asupra siguranței emoționale a naratoarei și aduc un strop de confort domestic.

Pisicile devin metafora perfectă pentru echilibrul dintre atașament și independență. Dacă mâine nu vor mai fi acolo, Mitski va ști că ele își urmează propria bucurie, așa cum și partenerul are dreptul la alegerea lui. Piesa ne amintește că dragostea autentică nu înseamnă posesivitate, ci abilitatea de a oferi spațiu, în timp ce găsim alinare în micile prezențe care ne rămân aproape.

Cats (Gatti)
I won't leave you, 'cause I still love you
So it's up to you if you choose to go
In the meantime, sleeping by my side
Our two cats, making sure I'll be alright
Non ti lascerò, perché ti amo ancora
Quindi sta a te se scegli di andare
Nel frattempo, dormendo al mio fianco
I nostri due gatti, assicurandosi che starò bene

In "Cats", Mitski esplora la delicata situazione di una relazione che sta per finire. La cantante si trova in un limbo: ama ancora il suo partner e non vuole essere lei a lasciarlo. La decisione, quindi, spetta all'altra persona. In questa attesa piena di incertezza, trova conforto nella compagnia dei suoi due gatti. Loro le stanno accanto, dormono al suo fianco, offrendole un amore semplice e incondizionato in un momento di grande complessità emotiva.

La canzone mette in contrasto la difficoltà dell'amore umano con la semplicità dell'affetto animale. Mentre la protagonista smette di cercare di essere qualcuno che il partner potrebbe ancora amare, i gatti le offrono una presenza rassicurante senza chiedere nulla in cambio. C'è una bellissima metafora nel finale: anche se un giorno i gatti se ne andranno per seguire il loro istinto, lei sarà felice per loro. Questo suggerisce un'accettazione della fine e della libertà, non solo per i gatti, ma forse anche per se stessa. È una canzone sull'attesa, sull'amore che persiste nonostante tutto e sulla ricerca di pace nelle piccole cose.

If I Leave (Dacă plec)
If I leave, somebody else will love you
But nobody else could forgive me
Quite as often as you
No-one on this street knows
Dacă plec, altcineva te va iubi
Dar nimeni altcineva nu m-ar putea ierta
La fel de des ca tine
Nimeni de pe strada asta nu știe

„If I Leave” este un cântec-confesiune în care Mitski își pune pe masă toate temerile legate de despărțire. Versurile o prezintă pe naratoare ca pe o călătoare printr-un tunel lung și întunecat, unde singura lumină este partenerul ei. Ea știe că, dacă ar pleca, cineva l-ar iubi pe el în continuare, însă nimeni nu ar mai putea să-i vadă și să-i accepte propriile imperfecțiuni la fel de clar și de blând ca el. Imaginea tunelului simbolizează depresia sau izolarea: drumul e lung, întunericul persistă, iar speranța se rezumă la faptul că există cineva care o cunoaște cu adevărat.

Prin repetiții hipnotice ("You, you, you"), artista subliniază obsesia pentru această legătură unică și frica de a o pierde. Melodia devine astfel un amestec de recunoștință și anxietate: recunoștință pentru iubirea primită, anxietate că nimeni altcineva nu i-ar putea oferi aceeași iertare și înțelegere. „If I Leave” îi provoacă pe ascultători să reflecteze la relațiile în care ne agățăm de celălalt nu doar din dragoste, ci și din nevoia profundă de a fi înțeleși — un mesaj sincer, emoționant și universal.

If I Leave (Se Eu For Embora)
If I leave, somebody else will love you
But nobody else could forgive me
Quite as often as you
No-one on this street knows
Se eu for embora, alguém mais vai te amar
Mas ninguém mais poderia me perdoar
Tão frequentemente quanto você
Ninguém nessa rua sabe

Imagine sentir-se dentro de um longo túnel, escuro do começo ao fim, onde só uma pessoa do lado de fora consegue escutar seus pensamentos ecoando lá dentro. Em If I Leave, Mitski transforma essa sensação em melodia: ela confessa que, se for embora, até pode surgir outro amor para o parceiro, mas dificilmente alguém entenderá suas falhas, inseguranças e silêncios tão bem quanto ele. A cantora usa cenas do cotidiano — do bar ao shopping — para mostrar que ninguém à volta realmente sabe quem ela é, exceto esse alguém especial.

A canção mergulha na dependência emocional com um toque de vulnerabilidade quase infantil: quem mais perdoaria cada tropeço? Quem mais enxergaria suas sombras e, mesmo assim, ficaria? O refrão repete “You” como se fosse um mantra, enfatizando que só essa pessoa ilumina o túnel. No fim, Mitski nos lembra de que o medo de perder quem nos entende pode ser tão forte quanto o amor em si, criando uma faixa delicada, confessional e intensamente humana.

Cats (Les Chats)
I won't leave you, 'cause I still love you
So it's up to you if you choose to go
In the meantime, sleeping by my side
Our two cats, making sure I'll be alright
Je ne te quitterai pas, car je t'aime encore
Alors c'est à toi de choisir de partir
En attendant, endormis à mes côtés
Nos deux chats, veillant sur moi

Dans "Cats", l'artiste nippo-américaine Mitski nous plonge dans une histoire d'amour douce-amère. La chanson explore la fin d'une relation avec une simplicité désarmante. D'un côté, son partenaire trouve la situation "si difficile", mais pour elle, tout semble clair : son amour est inconditionnel, mais elle ne forcera personne à rester. Elle accepte que l'autre puisse partir, même si elle ne le souhaite pas.

Les deux chats de la chanson sont bien plus que de simples animaux de compagnie. Ils sont une source de réconfort et un symbole puissant de liberté. En observant ses chats, qui sont libres de partir et de suivre leur cœur, la narratrice exprime un message profond : elle souhaite le même bonheur et la même liberté pour la personne qu'elle aime, même si cela signifie la laisser partir.

A Pearl (Una Perla)
You're growing tired of me
You love me so hard and I still can't sleep
You're growing tired of me
And all the things I don't talk about
Te estás cansando de mí
Me amas tan fuerte y aún así no puedo dormir
Te estás cansando de mí
Y todas las cosas de las que no hablo

¿Alguna vez has sentido que llevas una pequeña tormenta dentro, incluso cuando todo a tu alrededor parece en calma? En “A Pearl”, la cantautora japonesa Mitski convierte esa sensación en música. La protagonista de la canción ama y es amada, pero sus recuerdos son un campo de batalla que aún retumba en su mente. Esa vieja guerra interior dejó un “perla” luminosa que gira sin descanso en su cabeza: un recuerdo brillante pero pesado que no la deja dormir ni aceptar el contacto de quien más la quiere.

“Sorry, I don’t want your touch… I fell in love with a war” resume el dilema: el amor presente choca con la huella de un conflicto pasado. La perla simboliza una mezcla de dolor y belleza, una cicatriz preciosa que la hace apartarse cuando otros se acercan. Así, la canción explora cómo las experiencias emocionales intensas pueden moldear nuestras relaciones futuras, recordándonos que a veces necesitamos sanar por dentro antes de poder abrazar por fuera.

Shame (Vergonha)
It feels so good
It feels so good
And right outside the door nobody knows
They're right outside the door and they don't know how it
É tão bom
É tão bom
E do outro lado da porta ninguém sabe
Eles estão do outro lado da porta e não sabem o quanto

Bem-vindo(a) a 'Shame', da artista nipo-americana Mitski! Esta canção explora um sentimento profundo e secreto. Imagine uma sensação tão boa, tão intensa, que é quase avassaladora. A letra repete 'sente-se tão bem', mostrando a força dessa emoção. No entanto, há um segredo: do outro lado da porta, ninguém sabe o que está a acontecer. A música fala sobre a dualidade entre uma experiência privada e poderosa e o mundo exterior que continua, alheio a tudo.

O título, 'Shame' (Vergonha), dá-nos uma pista importante. A cantora confessa 'Eu não tenho sido tão boa', sugerindo que este prazer intenso talvez venha acompanhado de culpa. É como se essa sensação incrível fosse algo proibido ou errado. A música mergulha neste conflito:

  • O prazer de um momento secreto
  • A vergonha que ele pode causar É uma exploração fascinante do desejo e das emoções complexas que vêm com ele.
Rules (Reglas)
One, two, one, two, one, two, three, one, two, three
One, two, three, four, one, two, three, four, five
One, two, one, two, one, two, three, one, two, three
One, two, three, four, one, two, three, four, five
Uno, dos, uno, dos, uno, dos, tres, uno, dos, tres
Uno, dos, tres, cuatro, uno, dos, tres, cuatro, cinco
Uno, dos, uno, dos, uno, dos, tres, uno, dos, tres
Uno, dos, tres, cuatro, uno, dos, tres, cuatro, cinco

¿Alguna vez has sentido que tu corazón sigue un manual paso a paso cuando te enamoras?

En “Rules”, Mitski convierte una simple cuenta de números en una coreografía emocional. Cada cifra marca una regla de su propio juego amoroso: primero la ilusión, luego la ternura, después la destrucción y, finalmente, la soledad que obliga a reinventarse. La cantante enumera estas fases como si fueran instrucciones de montaje, reflejando cómo a veces intentamos organizar el caos de los sentimientos con listas y promesas. Entre cortes de cabello, lágrimas que alivian y amaneceres implacables, la voz de Mitski revela la paradoja de querer controlar el amor mientras este nos transforma por completo.

Al terminar la canción, los números se estiran hasta el once como un recordatorio de que, aunque intentemos poner límites, las emociones siempre van un paso por delante. “Rules” es un viaje minimalista y crudo que nos invita a reconocer nuestras propias reglas y rupturas interiores, todo con el inconfundible sello introspectivo y poético de esta artista japonesa-estadounidense.

Charon's Obol (L'obole De Charon)
At midnight, the dogs gathered around the house
Around her house
Her heart was like a drawer
She only opened when she went out to feed those dogs
À minuit, les chiens se sont rassemblés autour de la maison
Autour de sa maison
Son cœur était comme un tiroir
Qu'elle n'ouvrait que pour nourrir ces chiens

Plongez dans l'univers mystérieux de Mitski, une artiste d'origine japonaise, avec sa chanson "Charon's Obol". Le titre fait référence à la mythologie grecque : l'obole de Charon était la pièce de monnaie que l'on plaçait dans la bouche des morts pour payer leur passage vers l'au-delà. La chanson nous raconte l'histoire d'une femme qui emménage dans une maison au passé tragique, où elle découvre chaque nuit une meute de chiens silencieux qui se rassemblent devant sa fenêtre. Qui sont-ils et que représentent-ils ?

Ces chiens sont les fantômes du passé, les souvenirs des jeunes filles qui sont mortes dans cette maison. La nouvelle habitante, qui a elle-même frôlé la mort, se sent liée à leur histoire. En décidant de nourrir ces chiens, elle accepte de prendre soin des blessures de la maison. Elle devient elle-même l'obole de Charon, une offrande pour apaiser les esprits et tenter de guérir ce lieu hanté par le chagrin. C'est une magnifique métaphore sur la façon de cohabiter avec les traumatismes du passé pour pouvoir enfin guérir.

My Love Mine All Mine (Meu Amor, Todo Meu)
Moon a hole of light
Through the big top tent up high
Here before and after me
Shining down on me
Lua, um buraco de luz
Através da tenda gigante lá no alto
Aqui antes e depois de mim
Brilhando sobre mim

Mitski nos convida a erguer os olhos para a Lua e refletir sobre o que realmente possuímos. A imagem do picadeiro iluminado pelo "buraco de luz" lunar cria um cenário de circo celestial, onde a cantora reconhece a própria finitude e pergunta à Lua se poderia enviar seu coração para lá. Se tudo na vida é passageiro, talvez só reste transformar o afeto em algo capaz de brilhar para sempre no céu, mesmo depois que ela se for.

A canção celebra a descoberta de que o único bem verdadeiramente nosso é o amor. Nem fama, nem objetos, nem sequer o tempo pertencem a nós; ainda assim, Mitski declara com alegria infantil: "my love is mine all mine". É um hino doce e melancólico sobre guardar esse tesouro dentro do peito e desejá-lo cintilando como farol para quem fica na Terra. A Lua, testemunha silenciosa, torna-se cofre e espelho dessa chama que nenhuma morte consegue apagar.

I'll Change For You (Je Changerai Pour Toi)
How
Do I let our love die
When you're the only other keeper
Of my most precious memories?
Comment
Comment laisser notre amour mourir
Quand t'es le seul autre gardien
De mes souvenirs les plus précieux ?

Jusqu'où iriez-vous pour reconquérir un amour perdu ? Dans 'I'll Change For You', l'artiste japonaise Mitski explore cette question avec une vulnérabilité poignante. La chanson nous plonge dans les pensées d'une personne au cœur brisé, incapable de tourner la page. Pourquoi ? Parce que son ex est le seul autre gardien de ses plus précieux souvenirs. Face à cette perte immense, elle est prête à tout, même à la promesse désespérée de changer complètement sa personnalité pour être aimée à nouveau.

La scène se déroule dans un bar, un lieu qui accentue sa solitude au milieu de la foule. Lorsque le bar ferme, elle se retrouve dehors, à attendre comme une enfant perdue espérant qu'on vienne la chercher. Cette image puissante illustre son sentiment d'abandon et son désir déchirant de retrouver la sécurité de cet amour, quitte à sacrifier sa propre identité.

If I Leave (Si Je Pars)
If I leave, somebody else will love you
But nobody else could forgive me
Quite as often as you
No-one on this street knows
Si je pars, quelqu'un d'autre t'aimera
Mais personne d'autre ne pourrait me pardonner
Aussi souvent que toi
Personne dans cette rue ne sait

Dans 'If I Leave', l'artiste nippo-américaine Mitski explore la vulnérabilité d'une relation profonde et secrète. La chanson est une sorte de déclaration d'amour teintée d'insécurité. La chanteuse est convaincue que si elle partait, son partenaire trouverait facilement quelqu'un d'autre pour l'aimer. Cependant, elle croit que personne d'autre au monde ne pourrait la voir, la pardonner et l'aimer avec autant de bienveillance et de clarté. C'est un amour qui existe dans l'ombre, inconnu de tous, des amis à la famille, ce qui le rend encore plus précieux et intense.

Le cœur de la chanson réside dans la métaphore du 'tunnel sombre'. Cette image puissante représente une lutte intérieure, peut-être une dépression ou une période difficile que la chanteuse traverse. Son partenaire est la seule personne qui connaît cette facette d'elle, la seule qui l'accompagne dans cette obscurité. La peur de le perdre devient alors terrifiante, car cela signifierait perdre l'unique témoin de sa vérité et la seule source d'un amour aussi inconditionnel.

Charon's Obol (Obolul lui Charon)
At midnight, the dogs gathered around the house
Around her house
Her heart was like a drawer
She only opened when she went out to feed those dogs
La miezul nopții, câinii s-au adunat în jurul casei
În jurul casei ei
Inima ei era ca un sertar
Pe care-l deschidea doar când ieșea să hrănească acei câini

„Charon's Obol” transformă o poveste de groază într-o meditație tandră despre vindecare. O tânără se mută într-o casă bântuită de amintirea unor fete care au murit acolo. În fiecare noapte, la 12 fix, o haită de câini tăcuți – "paznicii" sufletelor lor – se adună în jurul ușii. Ea îi hrănește ca pe niște gardieni ai trecutului, iar gestul devine propriul ei oblol către Caron, monedă simbolică din mitologia greacă oferită pentru a traversa Styxul. Când deschide „sertarul-inimă” și iese cu mâncarea, își pune și ea viața în balanță: acceptă durerea locului și încearcă să o aline.

Cântecul vorbește despre responsabilitatea față de trecut și curajul de a-l confrunta. Femeia nu fuge de povestea întunecată a casei, ci o adoptă ca parte din noua ei identitate. Hrănind câinii, ea hrănește de fapt memoria victimelor și speranța că, prin constanță și compasiune, poate „vindeca inima casei”. Melodia devine astfel un ritual de împăcare cu umbrele, un reminder că uneori cea mai bună monedă de trecere este bunătatea oferită celor care nu mai pot vorbi.

I'll Change For You (Mă voi schimba pentru tine)
How
Do I let our love die
When you're the only other keeper
Of my most precious memories?
Cum
Să las iubirea noastră să moară
Când doar tu mai păstrezi
Cele mai prețioase amintiri ale mele?

Pregătește-te să intri într-o lume în care dragostea, amintirile și dorința de a fi acceptat se împletesc într-un amestec amețitor. I'll Change For You surprinde momentul de disperare în care narratorul, cu inima încărcată de alcool și nostalgie, se întreabă cum să lase să moară o iubire când persoana iubită păstrează cele mai prețioase amintiri. Versurile scot la iveală o nevoie aproape copilărească de validare: „Voi face orice pentru ca tu să mă iubești din nou; dacă nu-ți place de mine acum, mă voi schimba pentru tine”. Dincolo de promisiunea schimbării, cântecul expune fragilitatea identității atunci când dragostea devine singurul reper.

Cadrul barului – „locuri magice în care poți fi cu alți oameni fără să ai, de fapt, pe nimeni” – adaugă o atmosferă de singurătate urbană. În timp ce luminile se sting și localul se închide, protagonistul rămâne afară, privind mașinile care trec, ca un copil ce așteaptă să fie luat acasă. Această imagine reflectă blocajul emoțional dintre trecut și prezent, dintre promisiunea de schimbare și imposibilitatea de a da timpul înapoi. Melodia lui Mitski devine, astfel, o confesiune sinceră despre sacrificiul de sine și dorința arzătoare de reconectare, invitându-ne să ne întrebăm: până unde suntem dispuși să ne modificăm pentru a recâștiga iubirea pierdută?

My Love Mine All Mine (Dragostea Mea, Numai A Mea)
Moon a hole of light
Through the big top tent up high
Here before and after me
Shining down on me
Lună, o gaură de lumină
Prin cortul imens, sus de tot
Aici, înainte și după mine
Strălucind peste mine

Mitski își ridică privirea spre Lună și o transformă într-un reflector cosmic care îi pune în scenă sentimentele. În versurile piesei „My Love Mine All Mine”, artista japoneză își imaginează cum, după ce nu va mai fi pe Pământ, inima ei ar putea continua să strălucească de sus, acolo unde lumina rece a satelitului nu dispare niciodată. Totul din jur poate fi pierdut, vândut sau uitat, însă dragostea pe care o poartă în suflet rămâne singura posesiune reală și indestructibilă.

Prin această poveste lirică, Mitski ne amintește că bunurile materiale sunt efemere, iar singurul „aver” autentic pe care îl avem este iubirea pe care o dăruim. Mesajul ei este atât romantic, cât și reconfortant: chiar dacă timpul și destinul ne sunt limitate, sentimentul pe care îl cultivăm poate dăinui, luminându-i pe cei rămași în urmă la fel cum Lună luminează noaptea întreagă.

Love Me More (Iubește-mă Mai Mult)
If I keep myself at home
I won't make the same mistake
That I made for 15 years
I could be a new girl
Dacă stau acasă
N-o să repet aceeași greșeală
Pe care am făcut-o vreme de 15 ani
Aș putea fi o fată nouă

Love Me More este un strigăt modern de suflet, compus de Mitski, artista născută în Japonia care și-a transformat frământările interioare în artă indie. Versurile urmăresc o protagonistă care încearcă să își rescrie viața — „pot fi o fată nouă” — retrăgându-se în casă ca să nu repete greșelile ultimilor 15 ani. Totuși, singurătatea scoate la iveală o senzație de mâncărime pe care „nu ar trebui să o scarpine”, simbol al anxietății ce nu dispare oricât ar cânta.

Refrainul obsesiv „I need you to love me more” funcționează ca o mantră și ca o rugăminte disperată: ea vrea o dragoste care să o umple, să îi „înece” zgomotul gândurilor, să o „curețe” de autodezgust. Piesa ridică întrebarea universală „Cum reușesc alții să trăiască?” și evidențiază epuizarea ciclului zi după zi — dar totodată invită la empatie, arătând că dorința de a fi iubit poate deveni atât scut, cât și sabie. Atmosfera synth-pop energică contrastată cu lirica sinceră transformă cântecul într-o confesiune dansabilă despre lupta de a găsi alinare în lume, sau măcar în brațele cuiva.

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