Prepare-se para mergulhar em um clássico que mistura batidas alegres com um desabafo dolorido! Em “Boys Don’t Cry”, o narrador encara o fim de um relacionamento com uma honestidade quase infantil: ele sabe que errou, gostaria de pedir desculpas, mas prefere esconder a vulnerabilidade atrás de risadas forçadas. A cada verso, percebemos o conflito entre o orgulho e o arrependimento, enquanto a frase-mantra “boys don’t cry” surge como uma regra social que o impede de mostrar o que realmente sente.
O resultado é um retrato cativante da masculinidade que tenta sufocar as próprias lágrimas. O eu-lírico confessa que empurrou a parceira além do limite, subestimou sua importância e agora pagaria qualquer preço para tê-la de volta. Contudo, em vez de se abrir, ele se esconde atrás de piadas e mentiras — estratégia que só aumenta a solidão. Assim, a canção questiona o mito de que “homem não chora” enquanto dança numa vibe pós-punk contagiante, deixando o ouvinte com vontade de cantar, refletir e, quem sabe, derrubar esse velho estereótipo de uma vez por todas.