Nesta faixa eletropop pulsante, Lady Gaga retrata a história de uma garota que só consegue ser ela mesma fora dos holofotes. Enquanto o namorado a critica e a sociedade dita padrões de beleza — "Silicone, Saline, Poison" — ela se refugia na pista escura onde ninguém a julga. É ali, longe dos olhares alheios, que a protagonista vira uma “free bitch”, livre para dançar, berrar e encontrar alívio para suas inseguranças.
No segundo ato da canção, Gaga convoca ícones femininos marcados pela fama e pela tragédia — Marilyn Monroe, Judy Garland, Sylvia Plath e a princesa Diana — para mostrar que até as estrelas sofrem com a pressão. O recado é claro: o verdadeiro palco da liberdade está na música e na união de quem se sente deslocado. Juntos, dançamos no escuro, transformando vulnerabilidade em celebração.