Em "Celestial", Ed Sheeran convida você para uma viagem cósmica em que o amor funciona como um Pikachu interior, iluminando até os momentos mais sombrios. A letra reconhece que a vida oscila em uma lâmina afiada – ora estamos no topo, ora afundamos – mas lembra que fomos "programados" para amar, quebrar a cara, lavar a alma e tentar de novo. Quando o mundo fica barulhento e confuso, essa presença especial (pense em um Pokémon lendário pairando sobre as nuvens) alcança você, faz o coração parecer a milhões de quilômetros do problema e transforma gotas de chuva em um arco-íris de mil cores.
O refrão, com seu Celestial repetido como um feitiço, reforça a ideia de que a verdadeira magia está nas pequenas coisas: dançar imaginariamente entre estrelas, enxergar a linha prateada que contorna toda tempestade e deixar a noite durar para sempre. Ao final, Ed nos lembra que não precisamos ser nada além do que já somos; basta perceber esses detalhes microscópicos que tornam a existência gigantesca. Em outras palavras, a música é um convite pop-cósmico para encontrar o extraordinário no cotidiano e permitir que cada instante brilhe como se estivesse em uma Poké Bola repleta de estrelas.