
¡Hola! Hoy vamos a explorar "Runaway" de AURORA, una canción que te va a encantar. La letra nos lleva a un viaje emocional, donde la artista busca un lugar al que realmente pertenece. Empieza con imágenes muy evocadoras, como "I was listening to the ocean, I saw a face in the sand" [Estaba escuchando el océano, vi una cara en la arena], que se desvanece, o un recuerdo de la infancia, "I had a dream I was seven, Climbing my way in a tree" [Tuve un sueño, tenía siete años, trepando a un árbol], donde ve "a piece of heaven" [un pedazo de cielo] esperándola.
La canción expresa un deseo de escapar, de correr lejos, como en "And I was running far away, Would I run off the world someday?" [Y estaba corriendo lejos, ¿Me escaparía del mundo algún día?]. Pero a pesar de esa necesidad de huir, también hay momentos de alegría, como cuando dice "And I was dancing in the rain, I felt alive and I can't complain" [Y estaba bailando bajo la lluvia, me sentía viva y no me puedo quejar]. Sin embargo, el estribillo nos trae de vuelta a esa búsqueda de hogar: "But now take me home, Take me home where I belong" [Pero ahora llévame a casa, llévame a casa donde pertenezco]. Es una canción que te hace pensar en ese lugar seguro al que todos queremos volver.
¡Hola! Hoy vamos a explorar "The Seed" de AURORA, una canción que te hará pensar y sentir mucho. Desde el principio, AURORA nos dice que es "Just like the seed / I don't know where to go / Through dirt and shadow I grow" [Como la semilla / No sé adónde ir / A través de la tierra y la sombra crezco]. Es una imagen muy fuerte de crecimiento y resiliencia, ¿verdad? Nos muestra cómo, incluso sin saber el camino, uno sigue adelante, buscando la luz a pesar de las dificultades.
Pero la canción va más allá de lo personal y se vuelve un himno por el planeta. AURORA nos lanza una pregunta directa y poderosa: "You cannot eat money, no / When the last tree has fallen and the rivers are poisoned" [No puedes comer dinero, no / Cuando el último árbol haya caído y los ríos estén envenenados]. Es una crítica muy clara a cómo priorizamos el dinero sobre el medio ambiente. Nos invita a reflexionar sobre las consecuencias de nuestras acciones y a recordar que, al final, la naturaleza es lo que realmente nos sostiene. ¡Es una canción que te dejará pensando en el futuro de nuestro mundo!
Em “Animal Soul”, AURORA imagina a vida começando dentro do corpo da mãe, num lugar quente e protegido, antes da luz atingir os olhos pela primeira vez. Depois, essa criança cresce procurando respostas, mas sente que não se encaixa no mundo: “I’m a child with an animal soul” [“Sou uma criança com alma animal”]. A expressão sugere algo instintivo, livre e ligado ao corpo, em contraste com uma sociedade que parece artificial e hostil. Quando ela diz “I don’t belong here” [“Não pertenço a este lugar”] e “I don’t belong anywhere” [“Não pertenço a lugar nenhum”], a frase é direta, quase como um refrão de quem procura uma casa que não encontra.
A música também fala de um vazio causado por viver num “world of hate” [“mundo de ódio”], onde somos “forced to swallow” [“forçados a engolir”] coisas dolorosas. Há uma ironia bem interessante em “we’re free to walk around / Still our feet are forced to walk the ground” [“somos livres para andar por aí / Mesmo assim, nossos pés são obrigados a andar no chão”]: o corpo pode se mover, mas essa liberdade tem limites. No fim, a imagem fica ainda mais pesada: mesmo depois da morte, estamos “deeper down” [“mais abaixo, cada vez mais abaixo”], como se a descida à terra continuasse sem parar.
Em “Your Blood”, AURORA transforma o corpo em campo de batalha: há sangue passando pelo coração, agulhas “costurando os grandes buracos” e alguém tentando se preparar para lutar enquanto desmorona. A repetição de “You are dust” [“Você é poeira”] lembra, de forma bem direta, a fragilidade humana. Ao mesmo tempo, a voz da pessoa se perde no “white noise” [“ruído branco”], como se ela estivesse pedindo para ser ouvida em meio a uma confusão enorme: “Do you hear the echo begging you to let go?” [“Você ouve o eco implorando para você deixar ir?”]
Mas a música não fica parada nesse frio. A imagem muda para algo que queima como uma estrela: depois de se consumir, a pessoa pode nascer de novo. “And maybe if you called out for help” [“E talvez, se você pedisse ajuda”] oferece companhia concreta, com o convite “Come run again” [“Venha correr de novo”]. Então surge a frase mais firme da canção: “I refuse to die” [“Eu me recuso a morrer”]. Entre poeira, dor e renascimento, “Your Blood” fala em imagens intensas sobre cair aos pedaços, pedir ajuda e tentar continuar vivo.
Em “The Seed”, da artista norueguesa AURORA, a narradora se compara a uma semente: ela não sabe exatamente para onde ir, mas cresce “through dirt and shadow” [através da terra e da sombra] até alcançar a luz. A natureza aparece como uma força viva e persistente: o mar persegue o mistério, tudo quer viver, e até as lágrimas podem virar chuva para molhar o chão e ajudar as flores a nascerem de novo. A imagem é bonita, mas também difícil: crescer envolve luta, sufocamento, dedos queimados e a necessidade de aprender e perdoar.
O refrão dá o aviso mais direto da música: “You cannot eat money” [você não pode comer dinheiro]. É uma frase simples, quase óbvia, mas fica cada vez mais séria quando vem acompanhada de “when the last tree has fallen and the rivers are poisoned” [quando a última árvore tiver caído e os rios estiverem envenenados]. Dinheiro não alimenta ninguém se as árvores desaparecerem e a água estiver contaminada. Por isso, o pedido final é por “sunlight” [luz do sol], “air” [ar], “truth” [verdade] e “prayers” [orações]. A música troca a promessa de riqueza por aquilo que mantém a vida de pé, e faz da semente uma imagem de resistência e renovação.
Em “To Be Alright”, AURORA, artista norueguesa, fala de uma pessoa que sabe que pertence à Terra, mas deseja ser levada para algum lugar acima, como se a vida cotidiana não combinasse com o que acontece dentro dela. O coração “does not rhyme” [não rima] com o ritmo da mente, e a pergunta “What is life worth living / If you can't dance to anything?” [De que vale viver se você não consegue dançar ao som de nada?] transforma a dança em uma imagem para encontrar algo que desperte vontade, sentido ou prazer. A repetição de “Night after night / I long to be alright” [Noite após noite, eu desejo ficar bem] soa como um pedido simples, embora difícil de alcançar.
A letra também mostra a frustração de quem pede respostas, mas não encontra nenhuma que pareça certa. A narradora se sente “always blind” [sempre cega] e perde o caminho, enquanto admite: “How I hunger for touch” [Como eu tenho fome de toque]. Quando alguém diz que ela ama demais, sua resposta não é iniciar uma briga: “I don't want to fight / I just want to feel alright” [Eu não quero brigar, só quero me sentir bem]. No fim, entre sílabas cantadas e a insistência em “I believe I love it” [Eu acredito que amo isso], aparece uma pequena descoberta: talvez esse sentimento intenso, essa coisa que ninguém consegue provocar por ela, seja justamente o que a faz continuar procurando seu próprio ritmo.
¡Prepárate para sumergirte en el mundo de AURORA con "A Temporary High"! Esta canción nos habla de la emoción de vivir peligrosamente y de cómo, a veces, nuestros corazones se aferran a una mentira temporal. La letra nos dice: "Our hearts sings a temporary lie" [Nuestros corazones cantan una mentira temporal], sugiriendo que hay un placer en lo efímero, aunque sepamos que no durará.
La canción explora una relación intensa y un tanto caótica, donde la locura de una persona puede ser "endlessly" [interminable] y su amor, un "temporary high" [subidón temporal]. AURORA describe a alguien que corre hacia la orilla, "Howling at the waves" [Aullando a las olas], mientras la otra persona lo persigue, siempre más rápido. Es una danza de atracción y huida, donde el amor se siente como una droga, y la gran pregunta es si ese amor es real o solo un momento fugaz. La artista noruega nos invita a reflexionar sobre la naturaleza de las relaciones apasionadas y el riesgo de quemarse.
Em “A Temporary High”, da artista norueguesa AURORA, o amor aparece como uma descarga intensa, mas talvez passageira. A letra começa com duas pessoas atraídas pelo perigo: “Our hearts sing a temporary lie” [Nossos corações cantam uma mentira temporária]. A mulher é descrita como alguém cuja loucura parece não ter fim, e o amor dela é comparado a uma “alta” temporária, como uma euforia que sobe rápido e pode desaparecer do mesmo jeito. A imagem é bonita e meio ameaçadora: quando ele corre para a praia e uiva para as ondas, as ondas parecem uivar de volta.
A dinâmica entre os dois fica quase como uma perseguição: “When you’re ahead, she’s coming after” [Quando você está na frente, ela vem atrás] e, quando ele corre, ela corre ainda mais rápido. Depois, o calor e o frio deixam a metáfora física: o corpo dele estava quente enquanto ela estava fria; quando a tempestade dela passa, ele fica congelado, com “hands as blue as ice” [as mãos azuis como gelo]. A pergunta que volta várias vezes é simples e desesperada: quando ela ama, esse amor vai durar ou será apenas “a temporary high” [uma euforia temporária]? É uma canção sobre desejar uma força tão intensa quanto uma tempestade e, ao mesmo tempo, temer o frio que pode ficar depois.
A AURORA, que é uma artista da Noruega, canta sobre uma busca por um lugar de pertencimento em "Runaway". Ela começa com imagens de infância e natureza, como ver um rosto na areia que desaparece ou sonhar que está "Climbing my way in a tree" [Subindo numa árvore], onde vê "a piece of heaven" [um pedaço do céu].
Mas, mesmo com esses momentos de beleza, há um sentimento de querer escapar, de "running far away" [correndo para longe], e a pergunta "Would I run off the world someday?" [Será que um dia eu fugiria do mundo?]. Apesar de se sentir viva dançando na chuva, o refrão é um pedido sincero: "Take me home where I belong" [Me leve para casa, onde eu pertenço], porque ela "can't take it anymore" [não aguenta mais]. Parece que ela está procurando um lugar seguro, um "soft place to fall" [um lugar macio para cair], e essa busca é o coração da música.
Em “Some Type Of Skin”, AURORA transforma a fragilidade em uma imagem bem física: alguém pede para ser atingido “Hit me hard where I am soft” [“Me atinja com força onde sou vulnerável”]. O coração aparece como algo que talvez seja mais do que um músculo, mas também como “a fist covered in blood” [“um punho coberto de sangue”]. É uma imagem estranha e poderosa: sentir pode machucar, e ainda assim a dor é passageira. No meio disso, a narradora repete que “We’re good people and we both deserve peace” [“Somos pessoas boas e nós dois merecemos paz”]. Não há vilão declarado, só duas pessoas cansadas tentando não se ferir mais.
O refrão transforma essa necessidade de proteção em uma frase insistente: “I build some type of skin” [“Eu construo algum tipo de pele”]. Essa “pele” parece ser uma defesa emocional, algo que permita continuar sentindo sem se despedaçar. Mas a música não escolhe se fechar completamente: ela quer deixar “breath be air” [“o ar ser apenas ar”], amar as coisas mesmo sabendo que podem desaparecer e parar para sentir a última luz do sol. “I’ll crawl where everybody runs” [“Vou engatinhar onde todo mundo corre”] é uma escolha bonita e um pouco teimosa: em vez de acompanhar a pressa dos outros, a narradora aceita ir devagar. E o repetido “My God! It’s a lot” [“Meu Deus! É coisa demais”] diz, de forma quase simples, o tamanho do que ela está tentando suportar.
¡Prepárate para sumergirte en el mundo de AURORA con "Animal Soul"! Esta canción es una reflexión profunda sobre la existencia y el lugar que ocupamos en el mundo.
La artista noruega nos lleva en un viaje introspectivo, recordando tiempos más cálidos "Lying inside the bodies of our mothers" [Acostada dentro de los cuerpos de nuestras madres] y la primera vez que la luz impactó sus ojos. Se describe a sí misma como "a child with an animal soul" [una niña con un alma animal], sintiendo que no pertenece a ningún lugar. Es una sensación de ser libre pero, a la vez, atada a la tierra, como dice la letra: "Funny how we're free to walk around / Still our feet are forced to walk the ground" [Es curioso cómo somos libres de caminar / Sin embargo, nuestros pies están obligados a caminar por el suelo]. Es una canción que te hará pensar en tu propio lugar en este mundo.
¡Prepárate para sentir! En "Some Type Of Skin", AURORA, la increíble artista noruega, nos lleva a un viaje emocional donde la vulnerabilidad y la fortaleza se encuentran. La canción habla de la necesidad de protegernos cuando el mundo nos golpea fuerte, como dice la letra: "Hit me hard where I am soft" [Golpéame fuerte donde soy suave]. Es una reflexión sobre cómo nuestro corazón puede ser más que un simple músculo, o "a fist covered in blood" [un puño cubierto de sangre], y cómo el dolor, aunque intenso, es solo temporal: "However much it feels to bleed, It's only temporary" [Por mucho que se sienta sangrar, es solo temporal].
La canción nos invita a construir una especie de armadura emocional, "I build some type of skin" [Construyo algún tipo de piel], para enfrentar los desafíos de la vida. AURORA nos recuerda que somos "good people and we both deserve peace" [buenas personas y ambos merecemos paz], incluso cuando parece difícil de conseguir. Es una canción que te hará pensar en la importancia de cuidarte, de amar las cosas que sabes que pueden desaparecer, "And love the things I know might disappear" [Y amar las cosas que sé que podrían desaparecer], y de encontrar la calma en un mundo que a menudo nos exige correr: "I'll crawl where everybody runs" [Me arrastraré donde todos corren]. ¡Es mucho, pero vale la pena escucharlo!
¡Prepárate para sentirte identificado con esta canción de AURORA! "To Be Alright" nos lleva a un viaje introspectivo donde la artista noruega expresa un anhelo profundo por encontrar la paz interior y la conexión con el mundo.
Desde el principio, AURORA nos confiesa: "I know I belong here on earth, but I long to be lifted up" [Sé que pertenezco aquí en la tierra, pero anhelo ser elevada]. Es como si se sintiera en su lugar, pero al mismo tiempo buscara algo más, una elevación espiritual o emocional. Nos habla de un desajuste entre su corazón y su mente: "My heart does not rhyme, the rhythm of my mind" [Mi corazón no rima, el ritmo de mi mente]. ¿Alguna vez te has sentido así, como si tus emociones y tus pensamientos fueran por caminos separados? La canción también nos invita a reflexionar sobre el propósito de la vida con preguntas como: "What is life worth living if you can't dance to anything?" [¿Qué vale la pena vivir si no puedes bailar con nada?] y "What is life worth living if you don't bleed for anything?" [¿Qué vale la pena vivir si no sangras por nada?]. Es una búsqueda constante de sentirse bien, de "feel alright" [sentirse bien], y de entender cómo los demás encuentran esa facilidad en la vida, mientras ella solo puede preguntar. ¡Es una canción que te hará pensar y sentir!
¡Prepárate para una canción que te hará pensar! En "Your Blood", AURORA, la increíble artista noruega, nos lleva a un viaje introspectivo sobre la existencia y la resiliencia. La canción comienza con preguntas muy profundas: "Your blood, what matter is it made of?" [Tu sangre, ¿de qué materia está hecha?] y "Do you feel it travel in and out your heart?" [¿Sientes cómo viaja dentro y fuera de tu corazón?]. Estas líneas nos hacen reflexionar sobre nuestra propia composición física y la vitalidad que nos impulsa.
La letra nos habla de momentos difíciles, de "Needles, stitching up the big holes" [Agujas, cosiendo los grandes agujeros] y de prepararse para la batalla mientras uno se desmorona. Pero a pesar de la fragilidad, la canción nos recuerda que somos "dust" [polvo], una idea que se repite para enfatizar nuestra naturaleza efímera. Sin embargo, hay un mensaje de esperanza y renacimiento. AURORA canta: "When all inside you burns like a star It's after you burn out that you are Reborn again, reborn again" [Cuando todo dentro de ti arde como una estrella Es después de que te quemas que eres Renacido de nuevo, renacido de nuevo]. Es un recordatorio poderoso de que incluso de las cenizas, podemos volver a levantarnos. Y con la línea "But I, I refuse to die" [Pero yo, me niego a morir], la canción se convierte en un himno a la perseverancia y la voluntad de seguir adelante, incluso cuando la vida se siente fría.
¡Esta canción de Aurora es genial! Trata sobre querer escapar de un lugar que ya no te agrada. La letra dice: "I would like to leave this city / This old town don't smell too pretty" [Me gustaría dejar esta ciudad / Este viejo pueblo no huele muy bien]. Es como si el personaje se sintiera atrapado y notara "warning signs running around my mind" [señales de advertencia corriendo por mi mente], lo que sugiere una necesidad urgente de cambio.
También habla de sentirse viejo por dentro a pesar de ser joven físicamente: "My body feels young but my mind is very old" [Mi cuerpo se siente joven pero mi mente es muy vieja]. Y aunque se siente perdido a veces ("I've been lost, I've been found"), no se siente deprimido ("but I don't feel down"). La frase "You're half the world away" [Estás a medio mundo de distancia] podría significar que lo que busca está muy lejos, o que la persona a la que le canta está muy distante. Es una canción sobre la búsqueda de algo mejor, incluso si no sabes exactamente qué es.
¡Esta canción de AURORA es súper interesante! La artista noruega nos lleva a un viaje emocional donde guarda sus lágrimas en botellas, "In Bottles", por si las necesita más tarde. Es una idea un poco triste, ¿verdad? Como si el dolor fuera algo que se pudiera almacenar y usar después. Ella se pregunta si estas lágrimas la harán sentir "sad? Forever" [¿triste? Para siempre].
También hay una parte de la canción donde AURORA habla de esconderse y de ocultar partes de sí misma. Canta "Hide me inside, under your spine" [Escóndeme dentro, bajo tu columna vertebral] y "I hide all the pieces that you never would've liked if you / Knew about them" [Escondo todas las piezas que nunca te habrían gustado si / Hubieras sabido de ellas]. Parece que hay un deseo de protegerse y de mantener ciertas cosas en secreto, incluso sus "children" [hijos], que en este contexto podrían ser sus creaciones o sus vulnerabilidades.
¡Prepárate para una canción intensa! En "Animal", AURORA nos lleva a un viaje oscuro y un poco salvaje sobre el amor y la soledad. La letra nos muestra a alguien que se siente como un depredador en el amor, diciendo "You are the victim, the victim of my love" [Eres la víctima, la víctima de mi amor]. Es como si la persona que canta se ve a sí misma en una posición de poder, incluso un poco peligrosa, en las relaciones.
La canción explora la idea de estar "Lost in a concrete jungle" [Perdido en una jungla de cemento], buscando amor y placer, pero también sintiéndose solo. La frase "Isolation makes me hungry" [El aislamiento me da hambre] es muy fuerte y nos dice que la soledad puede llevar a comportamientos casi instintivos. La canción nos hace pensar en cómo, a veces, nos convertimos en "animales" cuando buscamos conexión, perdiendo el control y actuando por impulsos. Es una mirada fascinante a la parte más cruda de las emociones humanas.
¡Esta canción de AURORA es como un abrazo en un día difícil! La artista noruega nos lleva a un viaje introspectivo donde, a pesar de sentirse "down" [abatida] y sin poder "go on" [continuar], hay una fuerza interior que se niega a ser vencida. Ella dice que fue "a rose" [una rosa] y "an animal" [un animal], pidiéndonos que no la dejemos cambiar ni irse. Es una lucha entre la dureza del mundo exterior, donde "all around is stone" [todo alrededor es piedra], y la ternura que guarda dentro, porque "all is soft inside" [todo es suave por dentro].
Me encanta cómo AURORA expresa que todo lo que sabe "lies within emotions" [yace dentro de las emociones] y que las "words remain unspoken" [palabras permanecen sin decir]. Es como si nos invitara a sentir más allá de lo que se puede expresar con palabras. También menciona que sus sueños "are bigger than me" [son más grandes que yo], lo que es una sensación muy real cuando te sientes abrumado pero con grandes aspiraciones. La canción termina con una idea hermosa: "Did you know that we're all turning softer inside? We can save what is pure if the hearts can collide" [¿Sabías que todos nos estamos volviendo más suaves por dentro? Podemos salvar lo que es puro si los corazones pueden chocar]. ¡Es un mensaje de esperanza y conexión que me llega al alma!
¡Hola! Hoy vamos a sumergirnos en "Churchyard" de AURORA, una canción que te atrapa desde el primer momento. La letra nos habla de una relación difícil, donde las palabras duelen como flechas. La frase "He told me I belong in a churchyard" [Me dijo que pertenezco a un cementerio] es muy fuerte y se repite, mostrando el peso de esas palabras hirientes. Es como si la otra persona quisiera minimizarla, hacerla sentir pequeña y sin valor.
Me encanta cómo la canción explora la confusión entre el dolor y el amor con la pregunta "Tell me how do people know what is hurt, what is love?" [Dime, ¿cómo sabe la gente qué es dolor, qué es amor?]. También nos muestra cómo la ira puede destruir el amor, con la línea "Hate followed him gently, planted seeds in his heart, Roots tearing the love in him apart" [El odio lo siguió suavemente, plantó semillas en su corazón, Las raíces desgarrando el amor en él]. Es una canción que te hace pensar en el impacto de las palabras y en cómo las relaciones pueden volverse tóxicas. ¡Espero que la disfrutes!
¡Prepárate para sumergirte en la magia de "Black Water Lilies" de AURORA! Esta canción nos lleva a un viaje hipnótico y onírico, donde la artista noruega nos invita a flotar en un río, sintiéndose completamente segura: "I float I know I can never drown" [floto, sé que nunca podré ahogarme]. Es una sensación de libertad y conexión con la naturaleza, donde el viento es el único sonido y se puede ver una tierra submarina.
La canción explora la dualidad de estar "under and above" [debajo y encima], como si la protagonista pudiera moverse entre dos mundos. Hay una entrega a la experiencia cuando dice "Take your hand and I go under" [tomo tu mano y me sumerjo], lo que sugiere una confianza en el viaje hacia lo desconocido. Las "thousand black water lilies" [mil nenúfares negros] son una imagen poderosa y misteriosa que se repite, guiándonos hacia el océano, donde los brazos se extienden y se baila mientras se flota hacia el fondo. Al final, hay una transformación: "I am warm, Crawling out, I am reborn" [estoy cálida, saliendo, he renacido], como si este viaje submarino fuera un renacimiento.
¡Prepárate para una canción que te hará sentir! "Home" de AURORA es una mirada profunda a la experiencia humana de sentirse perdido y, a la vez, encontrar consuelo. La letra nos habla de esos momentos en los que estamos "Lost in the moment again" [Perdidos en el momento otra vez] y "Stuck where the road has no end" [Atrapados donde el camino no tiene fin]. Es una sensación de estar sobreviviendo en lugar de vivir plenamente, como dice la canción: "We are not alive / We are surviving every time" [No estamos vivos / Estamos sobreviviendo todo el tiempo].
Pero incluso en esa lucha, hay una esperanza persistente, la idea de que "One day life will be kind" [Un día la vida será amable]. Lo más hermoso es cómo, a pesar de todo, encontramos un lugar de pertenencia. AURORA nos dice que "We are home" [Estamos en casa], y que no importa de dónde vengas, porque estamos "Wrapped inside a cocoon made of flesh and bones" [Envueltos en un capullo hecho de carne y huesos]. Es un recordatorio de que, en nuestra humanidad compartida, encontramos nuestro hogar y podemos sentirnos "warm again" [cálidos de nuevo] y "reborn again" [renacidos de nuevo].
¡Prepárate para sumergirte en el mundo de AURORA con "Conqueror"! Esta canción nos lleva por un viaje emocional donde la artista noruega expresa una búsqueda profunda y, a veces, frustrante. Nos habla de "Broken mornings, broken nights and broken days in between" [Mañanas rotas, noches rotas y días rotos en medio], lo que nos da una idea de un estado de desorden o desilusión. Parece estar buscando algo o a alguien que la rescate de esta situación, a quien llama el "conqueror" [conquistador].
La letra nos muestra cómo la fantasía puede tomar el control, diciendo "Fantasy's taking over, awake me" [La fantasía está tomando el control, despiértame]. A pesar de esta búsqueda y la sensación de estar "broken" [rota], hay un momento de revelación y fuerza. Hacia el final, repite "But I feel ali-li-live" [Pero me siento vi-vi-viva], lo que sugiere que, a pesar de las dificultades y la ausencia de ese "conqueror", hay una chispa de vida y resiliencia que la impulsa. Es una canción que te hará sentir la intensidad de la búsqueda y la alegría de sentirse vivo.
¡Esta canción de AURORA es una verdadera joya! La artista noruega nos invita a reflexionar sobre cómo vemos el mundo. Ella canta que el "World is covered by our trails" [El mundo está cubierto por nuestros rastros] y que cubrimos nuestras "Scars we cover up with paint" [Cicatrices que cubrimos con pintura].
AURORA expresa un deseo profundo de ver la vida con la pureza y la inocencia de un niño. Prefiere "see this world through the eyes of a child" [ver este mundo a través de los ojos de un niño] y "feel this world through the skin of a child" [sentir este mundo a través de la piel de un niño]. Es como si nos recordara que, a pesar de los tiempos difíciles que "will come and go" [vendrán y se irán], hay una belleza en la simplicidad y en la conexión humana, como el calor de las "mothers' hands are warm and mild" [manos de las madres son cálidas y suaves]. ¡Es una invitación a abrirnos y a vivir con un "childlike soul" [alma de niño]!