Underground pode significar "subterrâneo", como o metrô. No entanto, no contexto da música e da cultura, refere-se a um movimento ou cena artística que é "alternativa" e fora do circuito comercial.
Na letra, a frase "Keeping down the underground" (Reprimindo o movimento alternativo) evoca uma sensação de rebeldia. Ela descreve uma luta para silenciar vozes independentes, um tema clássico nas músicas de rock.
Prepare-se para um hino de rock cheio de energia e frustração! Em “The End Has No End”, a banda The Strokes explora a sensação de estar preso num ciclo vicioso. Já alguma vez sentiu que dava “dois passos para a frente, três para trás”? A música capta perfeitamente essa frustração, sugerindo que as lutas, sejam elas pessoais ou sociais, parecem não ter um fim à vista. A letra também faz uma crítica social interessante: não são os segredos do governo que nos mantêm ignorantes, mas talvez a nossa própria apatia e o desejo de uma vida fácil e relaxada.
A canção tem um espírito de resistência, evidente no repetido e desafiador “Não” a perguntas que sugerem conformismo ou desistência. As referências a 1969 e 1963, décadas de grande agitação social e movimentos de contracultura, reforçam esta ideia de uma luta constante. A frase “keeping down the underground” (a reprimir o movimento clandestino) mostra como as forças de mudança são constantemente combatidas. No final, a mensagem é clara e poderosa: o fim não tem fim. A luta pela mudança e pelo progresso é um ciclo contínuo.