Wood transforma o velho ditado “bater na madeira” num hino pop sobre abandonar superstições e confiar no poder de um amor que parece mágico. A narradora enumera sinais de má sorte – margaridas despedaçadas, gatos pretos, rachaduras na calçada – para mostrar que nada disso importa quando ela está com a pessoa amada. Juntos, eles “criam a própria sorte”, dançam no escuro e provam que amuletos são dispensáveis quando existe conexão genuína.
Ao mesmo tempo em que brinca com imagens místicas, a letra celebra o despertar de uma sexualidade confiante: o “redwood tree” e a “chave que abriu minhas coxas” são metáforas bem-humoradas para um relacionamento íntimo e libertador. No fim, a mensagem é clara: amor verdadeiro espanta qualquer agouro, então relaxe, curta a música e não precise bater na madeira!