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Cumpri minha pena e quero sair!
Tão efusivo se desfaz
Não basta, essa alma não vibra tanto
O acerto, a repulsa
De volta à tua subversão
Pseudo-sagrado, doente antes do amanhecer
Vão pros seus desertos, cavem suas covas!
Depois encham a boca com todo o dinheiro que vão guardar
Afundando, encolhendo de novo
Chega! Começou, não sou o único!
E a chuva vai matar todos
Nos jogaremos contra a parede
Mas ninguém mais consegue ver
A preservação do mártir em mim
Psicossocial, psicossocial, psicossocial
Psicossocial, psicossocial, psicossocial
Há rachaduras na estrada que pavimentamos
Mas somos a imundície do diabo, a morte secreta enlouquecida
Isso não é novidade, mas vamos acabar com tudo?
O ódio era tudo que tínhamos!
Quem precisa de outra bagunça? Podíamos recomeçar
Só encara meus olhos e diz que tô errado!
Agora só há vazio, queima a ameaça autocriada
Acho que acabou, não sou o único!
E a chuva vai matar todos
Nos jogaremos contra a parede
Mas ninguém mais consegue ver
A preservação do mártir em mim
Psicossocial, psicossocial, psicossocial
Psicossocial, psicossocial, psicossocial
Os limites dos mortos
Os limites dos mortos
Os limites dos mortos
Os limites dos mortos
Destino! Não pega essa mentira
Tentei te falar três vezes!
Tuas mentiras cruéis tão cedendo
Não dá pra parar a ideia de matar
Se é algo secreto
É isso que você quer?
Não sou o único!
E a chuva vai matar todos
Nos jogaremos contra a parede
Mas ninguém mais consegue ver
A preservação do mártir em mim
E a chuva vai matar todos
Nos jogaremos contra a parede
Mas ninguém mais consegue ver
A preservação do mártir em mim
Os limites dos mortos
Os limites dos mortos