“Vampire” transforma um coração partido em um filme de terror pop. Olivia Rodrigo pinta o ex como um sugador de sangue moderno que aparece só à noite, brilha em festas cheias de diamantes e, no fim, deixa a protagonista exaurida. Em tom confessional, ela mistura raiva, ironia e auto-deboche para contar como foi seduzida, desmontada “em partes” e vendida em troca de fama. A imagem do vampiro simboliza alguém carismático, mais velho e manipulador que se alimenta da inocência alheia.
Ao longo da canção, Olivia passa por várias fases: negação, culpa, revolta e, por fim, clareza. Ela admite seus “erros gigantes” mas percebe que o outro sempre foi pior. A letra critica não só o ex, mas também a indústria que recompensa esse tipo de comportamento. O resultado é um hino de autodescoberta e alerta: fique de olho nos “sugadores de sangue” que se escondem atrás de sorrisos perfeitos.