Maps é um verdadeiro GPS emocional: Adam Levine relembra um relacionamento que parecia apontar para um “lugar melhor”, mas que acabou saindo da rota. Ele sente falta dos bons momentos – o “gosto de uma vida mais doce”, as conversas e até a trilha sonora que embalava o casal – e se pergunta por que a outra pessoa sumiu justamente quando ele mais precisou. A metáfora do mapa surge para mostrar que, apesar das decepções, seu coração continua seguindo o “caminho que leva até você”, repetindo o mesmo percurso na esperança de reencontrar o amor.
Ao longo da canção, o eu-lírico faz um contraste marcante: ele afirma ter estado presente nos piores momentos da parceira, mas não recebeu o mesmo apoio quando caiu de joelhos. Essa sensação de lealdade não correspondida gera um ciclo de procura incessante, simbolizado pelo refrão “following, following, following”. Em poucas palavras, Maps fala sobre nostalgia, perda e a dificuldade de desligar o “modo busca” quando alguém deixa marcas profundas no nosso mapa afetivo.