Num mundo em constante mudança
Sou um estranho, numa terra estranha
E estou preso aqui, no meio
A vida é como um deserto, um oásis que me confunde
Então caminho nesta corda bamba
Vou ficar de pé ou vou cair?
Tento fingir que nada é o que parece
Dividido entre o impulso de ficar
Ou fugir de toda esta loucura
Quem sou eu para decidir o que deve ser feito?
Se este é o fim, então que venha
Se este for o fim, que venha
Que venha, que chova, chova sobre mim
Que me banhe por completo, sobre mim
Que me banhe por completo, sobre mim
Que me banhe por completo, sobre mim
Podem ser destruídas em um segundo
Você pode enfiar uma agulha
Com uma lágrima dos meus olhos
É uma cruel injustiça testemunhar as coisas que vejo
Quando ela está bem na minha frente
Da Torre de Babel
Onde nada é o que parece
Vou ver o sol se pôr
Não vou fugir de toda essa tristeza
Quem sou eu para decidir o que deve ser feito?
Se este é o fim, então que venha
Se este for o fim, que venha
Que venha, que chova, chova sobre mim
Que me banhe por completo, sobre mim
Que me banhe por completo, sobre mim
Que me banhe por completo, sobre mim