Prepare-se para mergulhar num turbilhão de fé, paixão e drama! Em "Judas", a artista de ascendência italiana Lady Gaga transforma a famosa traição bíblica em uma metáfora pop cheia de batidas eletrizantes. A narradora se declara perdidamente apaixonada por Judas, símbolo de tudo o que é tentador, perigoso e proibido, enquanto reconhece que sua virtude seria Jesus. O resultado é um conflito interno vibrante: ela se vê como “uma santa tola” que, mesmo após três traições, continua atraída pelo “rei sem coroa”. Gaga brinca com imagens bíblicas — lavar os pés, o beijo da traição — para ilustrar como o amor pode ser tanto redentor quanto destrutivo.
No fundo, a canção fala sobre amar aquilo que sabemos que faz mal, aquela pessoa ou hábito que representa nossa “sombra”. Com humor ácido e pitadas de irreverência, Gaga lembra que o amor é como um tijolo: pode erguer uma casa ou afundar um corpo. Entre batidas pulsantes e refrões pegajosos, “Judas” nos convida a dançar enquanto refletimos sobre nossas próprias contradições — afinal, quem nunca se sentiu atraído pelo lado errado da história?