Eu costumava morder a língua e prender a respiração
Com medo de criar problemas e fazer uma confusão
Então sentava-me em silêncio, concordava educadamente
Acho que me esqueci que tinha uma escolha
Deixei-te empurrar-me para lá do limite
Não defendia nada, então caí por tudo
Tu prendeste-me, mas levantei-me
Já a sacudir o pó
Tu ouves a minha voz, tu ouves aquele som