Obrigado por me deixar fazer parte disto
Ele me ensinou a sobreviver ao horror
Porque os tempos estão mais difíceis
Os céus estão mais escuros
Olhe através dos olhos de uma cobra
Para subir, eles dividem e conquistam
Eu não respeito seu poder
Eles são covardes, se quer saber
Os poderes vigentes nos maltratam, nos enganam
Pensando que um dia vamos morder a mão que nos alimenta
Nós os rebaixamos e tentamos manter todos os outros longe deles
Novus ordo seclorum, E pluribus unum
Nova ordem dos séculos, de muitos: um
Enquanto o resto de nós é enganado por migalhas: nada
Vai dar problema se não formos alimentados rapidamente
Meus parças costumavam ser os que arrancavam cabeças comigo
Inveja, ódio, luxúria e ganância se espalham rapidamente
Não me chame de irmão se não está dividindo o pão comigo
Não me chame, não me chame
Nós não temos a mesma mãe
Você age como os outros
Quando você sabe que não a ama
Quando você quer me ver por baixo
Não venha com papo furado
Quando você age daquele jeito
Pra que latir se você é um gato?
Chego na sua quebrada tipo
Mexe comigo se quiser
Porque seus manos vão te dizer
Será a última coisa pela qual você passará
Você tem o físico de uma scooter
Eu tenho o físico de um Hummer
Eu fui construído como um tanque
Você não quer briga, querido
Pare de brincar com coisas que vão te machucar
Você é uma menina, não pode brincar na lama
Você não sabe p*rra* nenhuma sobre
Com sua p*rra* de quebrada inteira sendo exterminada como se fosse nada
E eles não sabem o que é
Eles não sabem o que é
Ei, ei, ei, ei, ei, ei, ei
Ei, ei, ei, ei, ei, ei, ei
Não me chame, não me chame