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Céus cinzentos acima
Combinando com a selva de concreto e lama
Rostos intocados
Refletindo vidas dos tristes e mal-amados
Amargas e rudes
As almas de muitos cobiçam direção
Olhe bem de perto
E talvez vislumbre o seu reflexo
O vento conta histórias
De momentos tão doces
De tragédia velada em mentiras e engano
A superfície treme
De conflito e ódio
De inocentes apanhados na esteira da história
Sorrisos se desvanecem
E se misturam com o céu
Um cinza sem emoção
Uma selva de concreto e mentiras
Acho que a realidade conta uma história da vida
Olhares baixos
Fitando os pés enquanto o tempo passa lento
Rostos cabisbaixos
Afogando as mágoas em vícios desenfreados
Mentes indiferentes
Espalham-se pelas ruas, mas se sentem tão confinados
Olhe bem por dentro
E talvez perceba vidas ascéticas
O vento conta histórias
De momentos tão doces
De tragédia velada em mentiras e engano
A superfície treme
De conflito e ódio
De inocentes apanhados na esteira da história
Sorrisos se desvanecem
E se misturam com o céu
Um cinza sem emoção
Uma selva de concreto e mentiras
Acho que a realidade conta uma história da vida
Os oceanos ondulam
E sussurram nas marés
Suas histórias se desvanecerão e evoluirão com o tempo
A superfície se acalma
Por um momento de graça
Um momento para contar cada respiração
Sorrisos surgem
E contrastam com o céu
Um azul emocional
Uma paleta de luz dispersa
Acho que a realidade conta uma história da vida