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Já deve fazer um ano desde que
fui lançado por um oceano, longe de casa
a vida não faz sentido nenhum
viajando entre os altos e baixos
Ooh
Quando acordo de manhã, eu
Ooh
é a primeira coisa em que penso
Talvez o que eu mais sinta falta
não fosse feito de aço e pedra
E talvez o que eu mais sinta falta
não tivesse nascido de pele e osso
Sob o sol, acima das ondas
sob três coroas quando estou longe
Talvez o que eu mais sinta falta
E talvez você nunca saiba
E talvez você nunca saiba
talvez você nunca saiba
a vida além da janela
morro de inveja do jeito que o pássaro-preto voa
livre entre as pessoas
aquelas duzentas e cinquenta mil histórias passam por mim
Ooh
fico acordado à luz da lua, eu
Ooh
é a última coisa em que penso
E talvez o que eu mais sinta falta
não fosse feito de aço e pedra
E talvez o que eu mais sinta falta
não tivesse nascido de pele e osso
Sob o sol, acima das ondas
sob três coroas quando estou longe
Talvez o que eu mais sinta falta
E talvez você nunca saiba
E talvez você nunca saiba
E talvez você nunca saiba
eu lembro, à mesa
todos aqueles rostos, onde foram parar?
imagino como parece
quando não estou lá
lembro, todo verão
mas agora os anos são só um número
não há como voltar
o tempo corre mais rápido com tudo que deixei pra trás
mas talvez o que eu mais sinta falta
não fosse feito de aço e pedra
E talvez o que eu mais sinta falta
não tivesse nascido de pele e osso
porque sob o sol, acima das ondas
sob três coroas quando estou longe
Talvez o que eu mais sinta falta
E talvez você nunca saiba
E talvez você nunca saiba
E talvez você nunca saiba