Imagine um cofre reluzente que se abre em plena pista de dança: é exatamente essa a sensação de “Treasure”, o hit cheio de groove de Bruno Mars. Ao longo da música, o cantor norte-americano mistura referências retrô à vibe disco com elogios calorosos para convencer a garota que ele admira de que ela é um tesouro raro. Ele a chama de “golden star”, garante que ela está nos sonhos dele e insiste que ela merece muito mais que a insegurança que demonstra.
Em essência, a letra é um convite vibrante à autoestima: Bruno quer que essa “baby squirrel” pare de se esconder, sorria e aceite ser valorizada. Entre falsetes e metais cintilantes, ele promete realizar seus desejos se ela simplesmente se deixar ser apreciada. É um lembrete dançante de que reconhecer o próprio valor pode ser tão contagiante quanto um refrão que não sai da cabeça.