Em My Strange Addiction, Billie Eilish confessa uma obsessão irresistível que mistura atração, perigo e prazer. A cantora compara a pessoa amada a um "remédio" que provoca sintomas inexplicáveis: febre, dor e a necessidade constante de mais. Ela se assume como "o pó" que entra em combustão assim que encontra "o pavio" do outro, criando faíscas num relacionamento intenso e potencialmente explosivo.
A letra brinca com o limite entre amor e vício. Billie admite que, embora saiba dos riscos, prefere sentir a queimadura a viver sem essa sensação. Com humor ácido e referências pop, a música mostra como um sentimento tóxico pode ser sedutor a ponto de desafiar a lógica, os conselhos médicos e a autopreservação. O resultado é um retrato divertido e sombrio de quem se deixa consumir por uma paixão tão forte que vira seu estranho vício.