PRIDE. é um mergulho na mente inquieta de Kendrick Lamar, onde o rapper francês convida o ouvinte a refletir sobre o duelo interno entre amor e orgulho. Ele confessa não ter sido educado para compartilhar, mas para cuidar, e revela como o orgulho costuma nos separar uns dos outros, mesmo quando sabemos que o amor pode nos salvar. Ao imaginar um mundo perfeito, Kendrick enumera escolhas morais, dilemas de ego e críticas sociais: riquezas x fé, cárcere x educação, aparência x essência. A cada verso, ele expõe fraquezas pessoais e coletivas, mostrando que, enquanto o orgulho endurece corações, a empatia exige sacrifício.
No segundo ato da canção, o artista questiona promessas quebradas, barreiras raciais e o ciclo de ressentimento que domina a sociedade. Ele admite sua frieza, mas também expressa desejo de reconstruir pontes: unir religiões, trocar ostentação por trabalho e transformar prisões em escolas. A mensagem central: o orgulho pode ser “a morte de você, de mim, de todos nós”, caso não escolhamos a humildade. Nesta confissão poética, Kendrick mistura autorretrato e crítica social para lembrar que um mundo verdadeiramente perfeito não nasce de aparências, e sim de coragem para encarar nossas imperfeições e escolher o amor em vez do ego.