Prophecy significa 'profecia'. É uma palavra que evoca um sentido de destino, de algo que está predestinado a acontecer.
Na canção, a narradora canta que "aprendi que o nome dele não era uma profecia". Isso significa que ela percebeu que o relacionamento com essa pessoa, ou o que ele representava, não era o seu destino inevitável, e que ela tinha o poder de mudar o seu próprio caminho. É uma palavra poderosa que simboliza libertação e autodescoberta.
Em “IT’S EASY TO KILL”, AERYA transforma “matar” em uma metáfora para destruir alguém sem tocar nela. A letra diz que isso pode acontecer com “a sentence / Said soft in the kitchen” [uma frase dita baixinho na cozinha], com um silêncio que parece uma religião ou com um olhar do outro lado da sala. O homem da canção nunca levanta a voz e mantém as mãos limpas, mas diz “You’re too much” [Você é demais], fazendo a narradora se sentir irreal: “Just make her feel / Like she isn’t real” [Basta fazê-la sentir que não é real]. É uma denúncia bem direta da violência emocional escondida em frases calmas, afastamentos e no gesto de “deixar para lá”.
A parte mais forte é que ela sobrevive à história que ele parecia ter escrito para ela. A mãe percebe que ela está pálida, a irmã manda que ela coma, o celular fica em silêncio “like a loaded gun” [como uma arma carregada], e ainda assim ela continua respirando. “How rude / How inconvenient” [Que inconveniente] é uma ironia excelente: a narradora se recusa a morrer do jeito que esperavam. No final, ela lava o rosto, troca os lençóis e entende que o nome dele “was not a prophecy” [não era uma profecia]. A “dead girl” [garota morta] deixou uma testemunha, e essa testemunha é ela mesma, agora capaz de olhar para ele com um sorriso doce e saber “where the bodies sleep” [onde os corpos dormem].